doutrinação nazista no plano nacional de educação

"O preciosismo ideológico da maioria petista na Câmara é tanto que o projeto do Executivo foi reescrito na novilíngua orwelliana: sempre que apareciam expressões como “os estudantes”, “os alunos”, “os profissionais da educação”, foram acrescentadas as partículas “os/as”, tornando o texto ilegível: “os(as) estudantes”, “os(as) alunos(as)”; “os(as) profissionais de educação”. O Senado, primando pela boa técnica legislativa e pelo bom senso antropológico, suprimiu todos esses penduricalhos feministas do texto, para indignação do deputado Ângelo Vanhoni, que, em seu relatório, já recomendou a recomposição da vulgata feminista da Câmara. Caso o Plano Nacional de Educação seja aprovado, em definitivo, com essa redação sexista (isso mesmo: sexista), a nação brasileira corre o risco de ter sua língua sequestrada pelos ideólogos de esquerda. Não tardam e hão de querer revisar o texto da própria Constituição para adicionar-lhe esses penduricalhos de mau gosto."

"Ao querer neutralizar as palavras de suas eventuais cargas negativas, a esquerda revela seu espírito totalitário, pois uma língua que não soubesse exprimir desigualdade, preconceito e ódio não seria uma linguagem humana e mataria seus falantes de angústia. A propósito, os ideólogos que não acreditam nas determinações sociais do sexo biológico e acham que tudo é construção de gênero saberiam me dizer se o masculino de “babá” é “babão”? Como se vê, um Plano Nacional de Educação que, no país do analfabetismo funcional, negligencia o mérito, incita a escola contra a família e, em vez de estimular a leitura, policia as palavras, transformando a língua num instrumento de opressão ideológica, nada tem a ver com ensino – é apenas uma doutrinação totalitária que tenta fazer da escola uma incubadora de subversões."


fonte:http://juliosevero.blogspot.com.br/

pesquisas não mostram a verdade como ela é

Está claro que muito dessa marola é ação deliberada de quem sabe ganhar dinheiro ao jogar com as expectativas alheias. Mas ela também nasce da velha torcida, de quem enxerga nas pesquisas aquilo que quer.
Quando se compara o Brasil com os países avançados, chega a ser patético o comportamento de nossos políticos e “formadores de opinião”. Tratar uma pesquisa (feita a distância que estamos da eleição) como algo fundamental, dar-lhe importância suficiente para definir o que fazer na política ou na economia, são sinais de subdesenvolvimento e ignorância. Nas democracias maduras, as pesquisas, de tão habituais, tornaram-se elementos quase imperceptíveis da cultura política. Aqui, ainda vão para as manchetes e causam estardalhaço.
Nosso povo é mais sábio. Ao contrário das elites, o cidadão olha as pesquisas com distância e prudência. Toda vez que se fazem levantamentos qualitativos com eleitores das classes populares, enxerga-se uma atitude de curiosidade cautelosa: sabem que existem, conhecem os resultados e os incorporam em interpretações mais amplas do que está em jogo em uma eleição. A velha e surrada suposição de que “os pobres votam em quem está na frente” é um simples preconceito.
Nada do que acontece agora é novidade. Nas duas eleições anteriores comparáveis a esta (em que o presidente em exercício era candidato), o quadro de opiniões em março/abril não era diferente. Tanto em 1998 quanto em 2006, o cenário era notavelmente parecido com o de hoje.

fonte:http://desabafopais.blogspot.com.br/2014/04/eleicao-2014-aprender-com-historia.html

produzindo alimentos ou mortes

O percurso histórico de agravamento das desigualdades produtivas e da fome, no século XX, é coincidente com o da história das principais multinacionais.

Ricardo Vicente - Esquerda.net
Esquerda.net

Atualmente os discursos políticos e técnicos dominantes nas sociedades ocidentais condicionam brutalmente a opinião de qualquer cidadão sobre o que é hoje a agricultura no mundo. Propagam-se as ideias sobre os avanços tecnológicos da ciência e a sua facilidade de acesso: a mecanização, a comunicação, os processos de automatização, as ferramentas biotecnológicas, a obtenção de novas variedades, etc.

A sociedade absorve a ideia de que a população mundial é suportada por uma espécie de agricultura industrializada. Esta ideia é falsa, mas é sobre ela que se desenham e promovem políticas que são aplicadas local e globalmente. A agricultura é muito diversa e bastante desigual. Esta situação é fácil de constatar, não apenas comparando países "desenvolvidos" com países pobres mas também dentro de cada país.

Segundo Mazoyer e Roudart (2001), 80% dos agricultores em África e 40 a 60% na América Latina e Ásia apenas dispõem de utensílios manuais e, entre estes, só 15 a 30% têm tração animal. Referem os mesmos autores que a diferença de produtividade do trabalho entre a agricultura manual menos produtiva do mundo e a agricultura motorizada e mecanizada mais produtiva, no espaço de um século (o séc. XX), passou de 1:10 para 1:500. No caso dos cereais, afirmam que um trabalhador isolado, na melhor situação, consegue produzir 2.000 toneladas, enquanto que, na pior situação, uma família produz apenas 1 tonelada, no espaço de um ano. Estas duas realidades encontram-se hoje, frequentemente, separadas não por um oceano mas por um muro ou vedação.
Pensar e desenhar políticas agrícolas significa intervir sobre a vida de todos nós, mas em especial sobre a vida de uma grande fatia da população mundial que depende diretamente da agricultura enquanto atividade económica e de subsistência, cerca de 27% (FAO, 2010). Os dados da FAO relativos à população agrícola do ano 2010 mostram um globo onde a agricultura e a produção de alimentos andam a velocidades muito diferentes: 49% da população africana; 56% da África Central; 39% da Ásia; 47% da Ásia do sul; 16% da América Latina; 1,7% da América do Norte; 5,9% da Europa; 2% da Europa Central; 4,4% em Espanha; 10,3% em Portugal.


É sobre esta realidade desigual que se desenham acordos e políticas internacionais que interferem diretamente nas atividades agrícolas, mas é também neste quadro que atuam as diversas empresas multinacionais produtoras e distribuidoras de fatores de produção. Não por mero acaso, o percurso histórico de agravamento das desigualdades produtivas e da fome, no século XX, é coincidente com o da história das principais multinacionais que ainda hoje atuam no mercado mundial.

Foi no decorrer dos anos 60 e 70 que todo o processo se acelerou, com o surgimento crescente de variedades híbridas, adubos e pesticidas, possibilitando o melhoramento da relação semente-fertilizante e consequentemente o grande aumento das produções. Este processo ficou historicamente conhecido por revolução verde. Nos países e regiões mais pobres, onde eram maiores os riscos de fome consequentes do aumento da população e da fraca capacidade produtiva dos sistemas agrários, as consequências foram desastrosas.
A maioria dos novos saberes e tecnologias não chegaram aos agricultores locais e as poucas que chegaram retiraram-lhes a autonomia, criando dependências entre agricultores e empresas fornecedoras de fatores. Na história destas empresas abundam as situações fraudulentas que provocaram a destruição de recursos endógenos e criaram dependências dos seus negócios.
Surgiram diferenciais de produtividade brutais com a entrada em funcionamento de unidades produtivas modernas, os preços dos alimentos caíram, muitos agricultores abandonaram a atividade, destruíram-se redes de distribuição locais e surgiram novas dependências alimentares que espalharam a fome e o desespero. Iniciou-se uma mudança de paradigma, passou a haver produção de alimentos suficiente para alimentar a população mas a fome agravou-se devido à impossibilidade de acesso aos alimentos.

Todas as atuais principais empresas de produção e distribuição de sementes, adubos e pesticidas têm um histórico de atividade que iniciou antes ou durante a revolução verde e quase todas já tiveram reestruturações decorrentes da fusão com outras empresas. Há quase um século que atuam numa área de atividade onde o negócio é garantido e ainda não parou de crescer. Se analisarmos as suas histórias, facilmente constatamos que os seus negócios cresceram sem regras nem princípios, ao lado dos interesses financeiros e políticos das maiores potencias mundiais.

Alguns fatos históricos sobre as principais empresas multinacionais que operam no mercado se sementes, pesticidas e adubos:

Monsanto:
Surge em 1901 com a produção de sacarina. Produz vários equipamentos para a 2ª guerra mundial; em 1945 entra no negócio dos pesticidas; em 1960 é uma das principais produtoras de agente laranja, herbicida com efeito desfolhante aplicado na guerra do Vietname e que provocou sequelas brutais nos soldados e na população local; em 1964 lança o primeiro herbicida seletivo pré-emergência para a cultura do milho.

Syngenta:
Surge apenas em 1999, mas resultou de uma fusão empresarial onde se destacava a Geigy, que se fundou em 1935 e produzia inseticidas; em 1974 entrou no negócio das sementes.

Bayer:
Surge em 1863 como produtora de corantes e mais tarde dedica-se à indústria farmacêutica. Prestou serviços à Alemanha de produção de equipamentos necessários às duas guerras mundiais; Em 1956, Fritz ter Meer, depois de sete anos de prisão consequentes de colaboração em ensaios em seres humanos e tráfego de escravos provenientes de um campo de concentração em Aushwitz, foi nomeado presidente do conselho de supervisão da Bayer.

DuPont:
Iniciou em 1802 com a produção de pólvora; Produziu equipamentos para as duas guerras mundiais; Em 1943 participa no Manhattan Project e no desenvolvimento de uma bomba nuclear; Entre 1997 e 1999 comprou absorveu a empresa Pioneer, uma das maiores empresas que atuava no mercado mundial de sementes (desde 1926), altura em que lançou o primeiro milho híbrido comercializado. Em 1960 lança o inseticida Lanate.

Limagrain:
Surge em 1942 com a produção e venda de sementes.

BASF:
Fundada em 1865 iniciou atividade com a produção de corantes. Em 1913 sintetizaram amónio pela primeira vez. Produziram diversos equipamentos para as duas guerras mundiais. Em 1949 lançam um novo negócio com o herbicida U46.

DOW:
Foi criada em 1897 com um negócio de venda de descolorantes e sais. Forneceu materiais diversos para as duas guerras mundiais; nas primeiras duas décadas do século XX assumiu-se como um dos maiores produtores de pesticidas; entre 1951 e 1975 desenvolveu armas nucleares; entre 1965 e 1969 forneceu napalm e agente laranja para a guerra do Vietname.

Potash Corp
O histórico da empresa remonta a 1975, quando o Governo de Saskatchewan, Canadá, decidiu nacionalizar e agrupar o negócio de um conjunto de empresas estratégicas que operavam pelo menos desde 1950 na extração e venda de potássio e derivados. Em 1989 o grupo foi privatizado.

Mosaic Company
Foi lançada em 2004, nos Estados Unidos, e resultou da fusão de duas empresas, a Cargill e a IMC-Global que tinha histórico de atividade desde 1909.

Yara
Fundada em 1905, 10 anos depois, durante a primeira guerra mundial, fornecia nitratos de cálcio e de amónio à Alemanha e aos Aliados.

OCP Group
Formado em 1920, em Marrocos, na extração e comercialização de fósforo e derivados.
(*) Ricardo Vicente é engenheiro agrônomo. Publicado em Esquerda.net
Fonte Carta Maior
http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=3b5166ef147b143fedd04b1c4a64900b&cod=13438

Madrasta vil

Tema: 'Como vencer a pobreza e a desigualdade'
Por Clarice Zeitel Vianna Silva
UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro - Rio de Janeiro/RJ




PÁTRIA MADRASTA VIL

Onde já se viu tanto excesso de falta? Abundância de inexistência... Exagero de escassez... Contraditórios?? 
Então aí está! O novo nome do nosso país! Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL..


Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade.
O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada - e friamente sistematizada - de contradições.
Há quem diga que 'dos filhos deste solo és mãe gentil.', mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe.

Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil está mais para madrasta vil.


A minha mãe não 'tapa o sol com a peneira'. Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.
E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome.
Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir. Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa. A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. Uma segue a outra... Sem nenhuma contradição!
É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas, mudanças que transformem!
A mudança que nada muda é só mais uma contradição. Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar.
E a educação libertadora entra aí. O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão.
Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura. As classes média e alta - tão confortavelmente situadas na pirâmide social - terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)... Mas estão elas preparadas para isso?
Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.

Afinal, de que serve um governo que não administra? De que serve uma mãe que não afaga? E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona?


Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo.
Sem egoísmo. Cada um por todos...
Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas. Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? Ser tratado como cidadão ou excluído?
Como gente... Ou como bicho?

Premiada pela UNESCO, Clarice Zeitel, de 26 anos, estudante que termina faculdade de direito da UFRJ em julho, concorreu com outros 50 mil estudantes universitários. Ela acaba de voltar de Paris, onde recebeu um prêmio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) por uma redação sobre 'Como vencer a pobreza e a desigualdade'.

A redação de Clarice intitulada `Pátria Madrasta Vil´ foi incluída num livro, com outros cem textos selecionados no concurso. A publicação está disponível no site da Biblioteca Virtual da Unesco.

Oraçao pra ganhar dinheiro rapido

PARA TRAZER DINHEIRO… Maria Padilha isso não é brincadeira…
todas as vezes que faço esta oração, em poucos momentos depois ganho dinheiro que eu quero e preciso de alguma forma… não pode ser coincidência é impressionante.
Muito respeito por essas entidades e invoco minhas pombas giras, vocês como mulheres sabem como precisamos de dinheiro, Não permitam que o dinheiro fira o meu coraçao, nem fique longe de mim, seja através de sorteios, jogos, loto fácil (acertar os 15 números). Mas mostrem-me o seu poder e façam sua gira e tragam muito dinheiro para mim (RCSQ). Onde ele estiver nesse momento e se estiver com outra pessoa que chame meu nome (RCSQ). Quero e preciso que venha muito dinheiro para mim, que o dinheiro me pertença o mais rápido possível; amarro dinheiro, amarro dinheiro, amarro dinheiro que venha o mais rapido pra mim (RCSQ) quero que o dinheiro fique dependente de mim, da minha companhia, do meu cheiro, quero que o dinheiro venha pra mim o mais rapido possivel ainda essa semana.
Que o dinheiro deseje ficar comigo para sempre como se eu fosse a única e a ultima mulher da face da terra. Quero que amarre dinheiro, amarre dinheiro, amarre dinheiro pra mim(RCSQ)
preso debaixo dos meus pés, que fique sempre comigo, na minha bolsa, carteira e casa para eu (RCSQ) gastar como quiser e ter tudo que eu quero, que em nome da grande Rainha Maria Padilha, eu (RCSQ) ganhe muito dinheiro, que eu ganhe na loto fácil ainda essa semana (acertar os 15 números da loto fácil) ou outro jogo qualquer, deixando-o preso a mim para sempre todos os dias de todos os dias do ano. A pomba gira Rainha Maria Padilha há de trazer muito dinheiro para mim (RCSQ) pela sua honra e gloria pois eu (RCSQ) preciso muito ganha dinheiro, tenho muita pressa. Pelos poderes ocultos, que muito dinheiro venha para mim cada vez mais a partir desse exato momento e que venha sempre todos os dias pense só em mim (RCSQ)
como se eu (RCSQ) fosse a única mulher do mundo. Que o dinheiro venha para mim o mais rápido possivel venha correndo me encontrar não tenha sossego enquanto não vir a me pertencer, pensando em mim a todo momento e querendo me pertencer. Rainha Maria Padilha eu te imploro para que traga muito dinheiro para mim, me pertencendo para sempre me ame muito e venha o mais rapido pra mim (RCSQ) como eu desejo e agradeço a ti grande Rainha MARIA PADILHA.
PROMETO DIVULGAR SEU NOME ATRAVÉS desta oração na internet por 9 dias e em troca faça com que muito dinheiro venha pra mim mulher de 7 exus como você que gosta de coisas belas e é
vaidosa me conceda o que eu quero não se
esqueça de mim. Que me traga muito dinheiro, atraves da loto fácil (acertar os 15 números) ou em outro sorteio que pertença só a mim (RCSQ). Que eu (RCSQ) seja uma pessoa de muita sorte hoje e sempre. E que venha muito dinheiro e riqueza pra mim (RCSQ) que me pertença para sempre. Que venha muito dinheiro ate mim (RCSQ) e fique sempre comigo para eu (RCSQ) fazer o que quiser e gastar como quiser, oh linda e poderosa pomba gira mulher de sete exus que nesse momento muito dinheiro venha pra mim (RCSQ).
Que muito dinheiro venha pra mim todos os dias, preciso de um sinal minha rainha. um sonho, ou uma visão de como vai ser que trabalhe ao meu favor para que eu (RCSQ) ganhe muito dinheiro ainda essa semana agora para eu (RCSQ) saber que vou ser atendida por FAVOR. Confio no seu poder para sua honra e gloria, tire-me dessa aflição e mostre-me este sinal. Que eu ganhe muito dinheiro que tenha muita prosperidade. Que ainda essa semana eu dcc consiga realizar o meu sonho de ganhar muito dinheiro. Você é forte e poderosa creio no seu poder de trazer muito dinheiro pra mim pomba gira, Maria Padilha que sua falange traga muito dinheiro pra mim aos meus pés para nunca mais sair e que venha me pertencer para sempre sem deixar que nada e nem ninguém me atrapalhe. Senhor Exu Caveira que com seu grande e forte poder tire todas as barreiras que estão impedindo que eu ganhe muito dinheiro me pertença ainda essa semana, use do seu forte poder para que muito dinheiro venha para mim (RCSQ) deixando-o preso aos meus pés para que eu (RCSQ) gaste como quiser. Sr Exu Caveira faça com que o dinheiro me pertença ainda essa semana. Que esta vontade que eu (RCSQ) tenho de ter muito dinheiro se torne realidade o mais rápido possível neste exato instante já esteja acontencendo. Assim seja, assim será e assim ja é. AMÉM!!!

Manual de ciberguerra


Um grupo de especialistas em tecnologia e ataques virtuais publicou um manual sobre a ciberguerra, determinando regras e normas de conduta para ataques cibernéticos. O livro visa esclarecer algumas leis do direito internacional que se encaixam para a prática de ataques virtuais e de que forma algumas instituições como hospitais e nações neutras devem ficar protegidas em período de guerra da informação. A notícia saiu na Associated Press.
"Todo mundo está vendo a internet como o 'Oeste selvagem'", afirmou Michael Schmitt, professor da Escola Naval de Guerra dos Estados Unidos e editor do manual. "O que eles esquecem é que o direito internacional se aplica a armas cibernéticas como a qualquer outro tipo de arma".
O Manual Tallinn, que recebeu este nome em homenagem à capital da Estônia, onde foi compilado, foi desenvolvido a pedido do Centro de Excelência em Defesa Cibernética Colaborativa da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) e aplica regras de comportamento em campos de batalha reais à internet. O professor de direito internacional da Universidade de Westminster em Londres, Inglaterra, Marco Roscini, afirma que o manual é o primeiro do tipo que visa demonstrar como as leis de guerra, algumas datadas do século XIX, são flexíveis o suficiente para acomodar as novas realidades do conflito digital.
O objetivo do manual é mostrar que uma guerra não deixa de ser uma guerra, simplesmente, porque está acontecendo no mundo virtual. Por exemplo, se um grupo de hackers invade o sistema de uma barragem e libera toda a sua vazão de água, tem o mesmo impacto sobre as pessoas que moram na região ou trabalham no lugar do que se a barragem tivesse sido implodida com dinamite.
A ciberguerra, por sua vez, também pode levar a crimes de guerra online, afirma o manual. Iniciar um ataque virtual a partir de uma rede de computadores de um país neutro pode significar a mesma coisa do que exércitos hostis marcharem sobre o solo de uma nação neutra, já que eles não têm autorização legal para fazer isso. 
No entanto, nem todos os especialistas que participaram da produção do manual Tallinn concordam em todos os aspectos do direito internacional aplicado à ciberguerra como, por exemplo, as questões sobre autodefesa. Pelas regras estabelecidas, a lei permite que uma nação ataque primeiro se eles identificarem que soldados inimigos estão próximos de cruzar suas fronteiras, mas os especialistas não encontraram uma forma para que essa regra seja aplicada ao universo digital.


Matéria completa: http://canaltech.com.br/noticia/seguranca/Manual-de-ciberguerra-ele-existe-e-estabelece-regras-para-ataques-virtuais/#ixzz2OahCwyL4 
O conteúdo do Canaltech é protegido sob a licença Creative Commons (CC BY-NC-ND). Você pode reproduzi-lo, desde que insira créditos COM O LINK para o conteúdo original e não faça uso comercial de nossa produção. 

Potencialize sua mente

Você nunca ouviu as pessoas se queixarem das suas condições de vida, seja do trabalho, amor, sorte... querendo desistir de tudo? 
   
Talvez tenha reparado que, na maioria das vezes, as pessoas que mais se queixam das suas vidas são também aquelas que fazem menos esforços para mudá-las. Longe de mim culpá-las, porque a mudança não é fácil quando sentimos que nos estamos lançando para o desconhecido.

Orientações para mudar de vida


Para começar, você tem que ter a convicção de que é capaz de mudar de vida, porque entre a teoria e a prática há muitas vezes um abismo!

Por exemplo, já passou pela sua cabeça questionar todos os seus hábitos, certezas e mudar sua rotina habitual?

Você tem a obrigação de fazer grandes mudanças na sua vida e deverá viver de maneira diferente àquela que tem vivido até agora. Por exemplo, será necessário mudar de região, de país, de trabalho, de amigos...? Será que você seria capaz  de realizar esse tipo de mudança? Se a resposta for positiva então siga os conselhos a seguir.


 O Credo de Kekich


Aqui estão alguns dos  principais conselhos de Dave Kekich:

Instrução n.º 1: A maioria das pessoas permanece na sua «zona de conforto», e não abandonam seus pontos de referência em nenhum âmbito. Dessa forma, elas com certeza não podem mudar de vida! Para isso é necessário instaurar uma disciplina logo de início. Infelizmente é o que as pessoas mais detestam.

Para consegui-lo, David Kekich propõe três conselhos principais:
1-    Fixar objetivos razoáveis e prazos para cumpri-los.
2-    Encontrar o que sabe fazer melhor e o que é importante e agradável para você.
3-    Detectar seus maus hábitos e modelos de pensamento errados e substituí-los, pouco a pouco e progressivamente, um a um, por novos hábitos e novos modelos de pensamento.

Instrução n.º 2: Saiba gerenciar bem o seu tempo, porque o tempo perdido não volta jamais. Se deseja alcançar seus objetivos o mais rapidamente possível, saber gerenciar o seu tempo é um princípio essencial.
O tempo está curto e isso é a única limitação à sua realização pessoal. Perder seu tempo é perder sua vida!

Instrução n.º 3: Reflita bem antes de fazer promessas, propostas ou compromissos. Estes são verdadeiros contratos que você deve honrar. As promessas que faz para você mesmo também estão incluídas.

nova tecnologia no mercado promete ser embativel

 Anúncio de um dispositivo armazenador
de conhecimento organizado embutido: Built-in Orderly
Organized Knowledge – também conhecido por B.O.O.K.
O BOOK é um avanço revolucionário na tecnologia: sem fios,
sem circuitos eletrônicos, sem baterias, nada a ser
conectado ou ligado. É tão fácil usá-lo que até uma
criança pode operá-lo. Apenas vire a capa! Compacto e
portátil, pode ser usado em qualquer lugar – até mesmo
numa poltrona perto da lareira – com potência suficiente
para armazenar tantos dados quanto num CD-ROM.
Veja como funciona…
Cada BOOK é composto de folhas de papel (reciclado)
numeradas seqüencialmente, cada uma capaz de conter
milhares de bits de informação. Estas folhas são
reunidas num dispositivo chamado “encadernação” que
as mantém na sua seqüência correta. A Tecnologia de
Papel Opaco (TPO) permite aos fabricantes usar os
dois lados da folha, duplicando a densidade de
informação e cortando os custos pela metade.
Há controvérsias com relação aos futuros aumentos da
densidade de informação. Atualmente um BOOK com mais
informação simplesmente possui mais páginas. Isto pode
torná-los mais grossos e difíceis de carregar, e já
está ocorrendo uma crítica por parte do mundo da
computação móvel. Cada folha é escaneada opticamente,
registrando a informação diretamente no seu cérebro. Um
movimento de dedo leva você à página seguinte. O BOOK
pode ser levado para qualquer lugar e usado simplesmente
abrindo-o. O BOOK nunca trava e nunca precisa de ser
rebutado, embora, como outros equipamentos, possa
tornar-se inutilisável se cair na água. Um dispositivo
chamado “folhear” permite-lhe passar instantaneamente
para qualquer página, indo para a frente ou para trás
conforme sua necessidade. O BOOK pode ser provido de
um dispositivo de “índice”, que aponta para a localização
exata de qualquer informação selecionada para uma
recuperação instantânea.
Um acessório opcional chamado “marcador” permite-lhe
abrir o BOOK no ponto exato em que foi deixado na sessão
anterior, mesmo que ele tenha sido fechado. Esses
“marcadores” são universais, e portanto podem ser
usados em qualquer BOOK de qualquer fabricante. Ademais,
vários marcadores podem ser usados em um único BOOK se o
usuário desejar guardar vários pontos de acesso. A
quantidade de “marcadores” é limitada ao número de páginas.
O equipamento é ideal para armazenamento de longo prazo.
Testes de projeção provaram que ele deve continuar sendo
legível por vários séculos, e, devido à interface com o
usuário extremamente simples, ser compatível com novas
tecnologias de leitura.
Você pode tomar notas pessoais no próprio BOOK ao lado
da própria informação com uma ferrmanta de programação
opcional, chamada PENCILS (Portable Erasable Nib Cryptic
Intercommunication Language Stylus). Portátil, durável e
barato, o BOOK está sendo apontado como a onda de
entretenimento do futuro. O apelo do BOOK parece tão
certo que milhares de empresas já se dispuseram a produzí-lo.

Saiba como atualizar seu Network-Manager no ubuntu


 Já faz algum tempo que estava enfrentando problemas de conexão 3g com o meu ubuntu 12.04 ele não conectava não dava nem sinal de vida era preciso remover o modem e troca-lo de porta usb varias vezes,   algumas vezes ate mesmo reiniciar o sistema.

 Utilizo ubuntu desde 2009 depois de muita dor de cabeça com Rwindows e prejuízos com formatações
 Hoje sou livre "da microsoftiiiiiiiii" produtivo e feliz nunca mais formatei meu "not" intelbras
Ressalto  ainda que nunca tive problema com o ubuntu alem deste da conexão, este problema se deve ao fato do Network-Manager estar desatualizado. para atualiza-lo sem precisar atualizar todo o sistema teremos que adicionar o repositório.
 
 A adição de um novo repositório e posterior actualização dos novos pacotes é extremamente simples pelo terminal. Por isso, para começar, abra o terminal e escreva os seguintes comando  para adicionar o repositório oficial do Network Manager e actualizar as listas de aplicações:

1ºcomando tudo junto:
sudo add-apt-repository ppa:network-manager/trunk && sudo apt-get update


De seguida, para efectuar a actualização dos pacotes simplesmente escreva o seguinte no terminal:
2º comando
sudo apt-get upgrade


Durante a instalação do Network Manager, ser-lhe-á perguntado se quer substituir uns ficheiros de configuração do mesmo. deverá aceitar actualizá-los. Após a actualização do Network Manager, para o processo surtir efeito tem de reiniciar o Ubuntu, pois haverá várias actualizações de várias bibliotecas!

Após a atualização verifique sua senha de conexão coma internet. e pronto tudo vai funcionar 100%.


"A maioria dos problema tem soluções simples, mas sempre  buscamos grandes soluçoes e só complicamos ainda mais as coisas que por si só são pequenas" André Andrade Müller.

Absurdos brasileiros



Agora é o consumidor que já paga caro, pelo combústivel que é culpado pelo " prejuizo" da petrobras.
Absurdo brasileiro, não era nem para nós estarmos  queimando combústivel fóssel.


O jornal britânico "Financial Times" (FT) criticou as influências políticas na estatal brasileira Petrobras em uma reportagem publicada nesta segunda-feira e culpou os subsídios ao consumo de combustível pela classe média do País pelos problemas financeiros da empresa.

As críticas foram feitas na reportagem intitulada "Da favela à mesa de decisões", em que o jornal faz um perfil da presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, entrevistada pela jornalista Samantha Pearson no Rio de Janeiro.

"A já antiga política do governo de manter os preços dos combustíveis no mercado doméstico artificialmente baixos forçou a Petrobras a importar petróleo com prejuízo para satisfazer à demanda insaciável da classe média brasileira", afirma o jornal, após classificar a Petrobras como uma das "empresas com pior performance" do setor e enfatizar a queda de 20% das ações da empresa nos últimos dois anos.

O jornal lembra que, em 2006, o governo permitiu um aumento "moderado" dos preços da gasolina e do diesel, mas faz a ressalva de que essa foi a primeira elevação de preços desde 2006. Na entrevista ao "Financial Times", Foster teria dito que "faria sentido fazer mais ajustes no tempo certo", embora tenha evitado críticas diretas ao governo.

Na matéria, o jornal britânico também destacou os efeitos da depreciação do real no crescente nível de endividamento externo da Petrobras e criticou as restrições ao investimento externo no setor petrolífero brasileiro.

"Uma regulamentação complexa sobre a distribuição de lucros do petróleo reduziu o ritmo das atividades de exploração e as restrições duras à contratação de companhias estrangeiras têm sido responsabilizadas por altas recentes nos custos da empresa", diz o "FT".

TRAJETÓRIA

Em junho, no primeiro plano de negócios (2011-2012) divulgado sob a gestão de Foster, a Petrobras revisou suas metas de expansão, reduzindo em 700 mil barris de petróleo por dia a estimativa de aumento na produção até 2020.

Foster assumiu a presidência da empresa em fevereiro e justificou o ajuste dizendo que era preciso adotar metas mais pragmáticas e "realistas", que possam ser cumpridas e cobradas no futuro.

Nascida em Minas Gerais, ela se mudou com a família para o Rio de Janeiro quando ainda era criança e foi viver no Morro do Adeus, no Complexo do Alemão, onde catava latas para pagar por seus livros escolares.

Formada em engenharia química, Foster entrou na Petrobras em 1978 como estagiária. Segundo o Financial Times, a história da executiva "ecoa" a ascensão de Luiz Inácio Lula da Silva e a trajetória de 40 milhões de brasileiros que cruzaram a linha de pobreza na última década.

diplomacia e a verdade


Numa reunião com o Presidente da Suíça, Dilma apresenta seus Ministros:
- Este é o Ministro da educação, este é o Ministro da saúde, este é o Ministro da fazenda, este é o Ministro da cultura, este é o Ministro da justiça ...
E assim foi.
Chegou a vez do Presidente da Suíça:


- Este é o Ministro da saúde, este é o Ministro da fazenda, este é o ministro da justiça, este é o ministro da educação,este é o ministro da marinha ...
Nessa altura Dilma começa a rir.
- Desculpe Sr. Presidente, mas para que o senhor tem um Ministro da marinha, se o seu país não tem mar ?
E o Presidente da Suíça responde:
- Quando Vossa Excelência apresentou os Ministros da justiça, educação e da saúde eu não ri !