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Historias insólitas: Atlântida e Platão
A Atlântida é uma ilha-continente que vários autores da Antiguidade e alguns cientistas modernos situam no meio do Atlântico. Esta ilha se tornou mítica, porque há várias histórias que descrevem os atlantas como sendo seres avançados e inteligentes. Eles teriam desenvolvido uma civilização muito evoluída que, para alguns, poderia até rivalizar com nossa sociedade e tecnologia moderna. Infelizmente, esta ilha foi destruída por uma catástrofe natural... ou humana? As opiniões divergem.
As primeiras menções da Atlântida são obra do filósofo grego Platão. Ele fala dela em duas das suas obras: Timeu e Crítias.
Na verdade, esta segunda obra retoma as indicações referidas na primeira obra, detalhando-as.
Timeu e Crítias teriam sido escritas em 355 a.C., aproximadamente. Como Platão nasceu por volta de 427 a.C. e morreu em 346 a.C. aproximadamente, ele teria então redigido estas duas obras-primas quando dominava plenamente vários conhecimentos filosóficos e espirituais.
Para Platão, não é um mito
Mesmo que para muitos cientistas a Atlântida seja um mito, Platão não a apresentava como uma terra fictícia, mas sim como um lugar que teria existido e desaparecido muito antes da Antiguidade e com uma importância crucial para a humanidade e sua evolução.
De acordo com os diálogos de Platão, podemos deduzir que a ilha se encontrava para lá das Colunas de Hércules, outro nome para o Estreito de Gibraltar, portanto, em pleno oceano Atlântico. Contudo, era possível lá chegar a partir do continente.
A ilha se encontrava sobre fundos instáveis, o que explicaria sua rápida imersão em uma noite, de acordo com os relatos.
O rei da Atlântida se chamava Atlas e era filho do deus do mar Poseidon e da ninfa Cleito. Sem dúvida que esta filiação mítica escondia a verdadeira origem de Atlas, que devia ser extraterrestre.
A ilha, de acordo com Plutão, estava dividida em dez reinos que, em primeiro lugar, foram governados por Atlas e seus nove irmãos, e depois pelos seus descendentes durante séculos. Cada província tinha sua própria capital com uma arquitetura inspirada na construção da capital principal, chamada Cidade-Mãe, construída em volta de uma montanha. Ela era circular e rodeada de canais.
Uma ilha paradisíaca
De acordo com Platão, e vários outros autores, a ilha era paradisíaca, com paisagens fabulosas, uma fauna e flora únicas, várias terras agrícolas e recursos naturais que garantiam a independência e a potência da Atlântida.
Com o tempo, a situação se degradou, dado que os diferentes reis e senhores da Atlântida, ávidos de poder e de riqueza, entraram em guerra uns com os outros, tentando colonizar as terras em volta da ilha-continente.
Assim, invadiram alguns países da Europa, de África e até da América. Pensa-se que chegaram ao Egito, à Itália e à Grécia.
É costume explicar o aparecimento de civilizações brilhantes nestes locais como sendo uma consequência da sua colonização pelos atlantas.
A origem de várias civilizações
Na verdade, a Itália, com a Roma Antiga, a Grécia, o Antigo Egito e a América assistiram ao nascimento de civilizações que reinaram em continentes durante séculos e influenciaram a História do mundo.
Muitas vezes, algumas destas civilizações muito brilhantes surgiram de repente, como no Egito, no tempo dos faraós.
Os cientistas ainda se perguntam como este povo de agricultores que eram os antigos egípcios conseguiram desenvolver uma civilização tão brilhante em apenas alguns anos, com uma religião muito evoluída, a invenção de um alfabeto sofisticado - os hieróglifos - e dotada de conhecimentos científicos, matemáticos e astronômicos avançados.
Muitos investigadores pensam que só o contato com uma sociedade muito avançada pôde permitir o aparecimento quase repentino de conhecimentos inéditos e muito complexos para a época.
As mesmas perguntas se colocam para a Roma Antiga, a Grécia Antiga e até para as brilhantes civilizações ameríndias, como as dos Maias, Astecas e Incas, que se desenvolveram também muito rapidamente. Suas inovações no domínio das matemáticas, da astrologia, da escrita e da religião são incríveis.
Como o Paraíso virou um inferno!
Apesar de grandes recursos naturais, de uma terra fértil e de extraordinários cientistas, este paraíso acabou por virar um inferno, devido às guerras incessantes que levaram os reis corruptos das diferentes províncias atlantas entre eles, mas também com seus vizinhos.
Há mais de 9000 anos, a ilha desapareceu em uma noite, no seguimento, em função das versões, de um tsunami gigantesco ou de uma explosão aterrorizadora de origem humana que devastou completamente a Atlântida. Isto explicaria o fato de ser tão difícil encontrar vestígios do continente perdido.
Ainda que o nome Atlântida possa fazer pensar no oceano Atlântico, um certo número de cientistas situaram-na em outro lugar.
Cientistas tão sérios como o comandante Cousteau, o famoso oceanógrafo, se interessaram pela Atlântida. Este, baseando-se nos trabalhos de arqueólogos, situou a ilha em Creta. Efetivamente, Creta tinha sofrido uma terrível erupção vulcânica em 1650 a.C.
Outras fontes muito sérias, no seguimento de trabalhos realizados por geólogos franceses e americanos, situam a Atlântida no Mar Negro.
Na verdade, acontece que há vários milhares de anos é possível que o Mediterrâneo se tenha derramado violentamente no mar Negro, que na época era um imenso lago de água doce situado abaixo do nível do mar.
Esta rápida subida das águas, que é referida por vários geólogos, teria assim submergido rapidamente todas as terras junto ao Mar Negro, o que confirmaria a origem do tsunami!
A hipótese da explosão atômica
Juntamente com a hipótese de uma catástrofe natural, outra teoria começa a ganhar amplitude: o acidente de origem humana.
Na verdade, se a Atlântida fascina há tanto tempo, é também porque os atlantas eram supostamente uma civilização extraordinária e muito avançada tecnologicamente em relação a todas as outras sociedades.
Assim, eles teriam dominado a energia solar, a qual lhes permitia iluminar as cidades a baixo custo, graças a aparelhos estranhamente semelhantes aos nossos revérberos, candeeiros e lâmpadas atuais.
A televisão na Atlântida?
Eles teriam desenvolvido recursos telepáticos ou, de acordo com outros investigadores, teriam conseguido comunicar entre eles, graças a aparelhos de comunicação que apresentam semelhanças com nossos telefones fixos.
Também teriam inventado uma espécie de energia nuclear. Segundo certos autores, uma explosão acidental de um dos reatores seria a explicação para o seu desaparecimento súbito!
Governos burros usam tecnologia para impor suas ideias e conçeitos bitolados
"O Google não informou se acredita que o governo chinês esteja por trás dos ataques de piratas virtuais."
"A China usa uma série de ferramentas para atacar os ativistas e tentar ter acesso a seus pensamentos e ações", afirmou o artista Ai Weiwei
O governo chinês não respondeu à ameaça do Google de abandonar o país, depois do gigante da internet mundial acusar hackers chineses de se infiltrarem no sistema Gmail. A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, disse ter “preocupações sérias” e que esperava explicações do governo chinês.
Segundo especialistas, o Google prefere sacrificar seu crescimento no país, onde tem apenas 30% de seu mercado, para evitar novos hackers e espionagem industrial que afetam a segurança de seu modelo.
O Google diz que contas de e-mail de ativistas de direitos humanos foram atacadas. Não se sabe se os hackers fazem parte de uma operação do governo chinês, mas o Google insinua que o governo poderia, se quisesse, reprimi-los.
Outras 34 empresas americanas foram atacadas por hackers chineses, diz o Google, mas só a fabricante de softwares Adobe se pronunciou ontem, confirmando a acusação.
O Google anunciou ainda que não está mais disposto a censurar as buscas de conteúdos na China, o que pode forçar o fim de suas operações. Ambas as decisões da empresa foram ignoradas pela mídia local.
Desde 2006, quando foi criado o site Google.cn, a gigante americana tem problemas com a censura e é retirada do ar constantemente, o que transformou o chinês Baidu.com o líder no mercado de buscas.
Apenas no final do dia, a agência estatal Xinhua divulgou reportagem em seu site em inglês em que uma autoridade que pediu anonimato buscava mais informação sobre os planos do Google de deixar o país.
Mesmo com a censura, a queda de braço do Google com a censura chinesa foi o assunto preferido dos milhares de usuários do bloqueado Twitter no país (que usam proxies e vpns para ter acesso).
Quatro universitários fizeram um pequeno protesto na entrada da sede do Google em Pequim, depositando flores e dizendo que os internautas chineses deveriam ter o direito de escolha do que acessar na internet. Mas não deram os nomes por medo a represálias.
Apesar do anúncio do fim da autocensura, até ontem nada havia mudado nas pesquisas do Google.cn. Ao se digitar “Praça da Paz Celestial”, aparecem fotos de turistas (quando a pesquisa é no site internacional, bloqueado no país, surgem imagens do massacre de 1989).
Nos últimos anos, o Google foi criticado por organizações de direitos humanos nos EUA por colaborar com a censura chinesa, mas argumentava que essa era a única maneira para operar na China.
Mesmo assim, o site foi bloqueado diversas vezes no país, política que favoreceu o crescimento do Baidu.com, uma cópia do Google.
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