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Manual de ciberguerra


Um grupo de especialistas em tecnologia e ataques virtuais publicou um manual sobre a ciberguerra, determinando regras e normas de conduta para ataques cibernéticos. O livro visa esclarecer algumas leis do direito internacional que se encaixam para a prática de ataques virtuais e de que forma algumas instituições como hospitais e nações neutras devem ficar protegidas em período de guerra da informação. A notícia saiu na Associated Press.
"Todo mundo está vendo a internet como o 'Oeste selvagem'", afirmou Michael Schmitt, professor da Escola Naval de Guerra dos Estados Unidos e editor do manual. "O que eles esquecem é que o direito internacional se aplica a armas cibernéticas como a qualquer outro tipo de arma".
O Manual Tallinn, que recebeu este nome em homenagem à capital da Estônia, onde foi compilado, foi desenvolvido a pedido do Centro de Excelência em Defesa Cibernética Colaborativa da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) e aplica regras de comportamento em campos de batalha reais à internet. O professor de direito internacional da Universidade de Westminster em Londres, Inglaterra, Marco Roscini, afirma que o manual é o primeiro do tipo que visa demonstrar como as leis de guerra, algumas datadas do século XIX, são flexíveis o suficiente para acomodar as novas realidades do conflito digital.
O objetivo do manual é mostrar que uma guerra não deixa de ser uma guerra, simplesmente, porque está acontecendo no mundo virtual. Por exemplo, se um grupo de hackers invade o sistema de uma barragem e libera toda a sua vazão de água, tem o mesmo impacto sobre as pessoas que moram na região ou trabalham no lugar do que se a barragem tivesse sido implodida com dinamite.
A ciberguerra, por sua vez, também pode levar a crimes de guerra online, afirma o manual. Iniciar um ataque virtual a partir de uma rede de computadores de um país neutro pode significar a mesma coisa do que exércitos hostis marcharem sobre o solo de uma nação neutra, já que eles não têm autorização legal para fazer isso. 
No entanto, nem todos os especialistas que participaram da produção do manual Tallinn concordam em todos os aspectos do direito internacional aplicado à ciberguerra como, por exemplo, as questões sobre autodefesa. Pelas regras estabelecidas, a lei permite que uma nação ataque primeiro se eles identificarem que soldados inimigos estão próximos de cruzar suas fronteiras, mas os especialistas não encontraram uma forma para que essa regra seja aplicada ao universo digital.


Matéria completa: http://canaltech.com.br/noticia/seguranca/Manual-de-ciberguerra-ele-existe-e-estabelece-regras-para-ataques-virtuais/#ixzz2OahCwyL4 
O conteúdo do Canaltech é protegido sob a licença Creative Commons (CC BY-NC-ND). Você pode reproduzi-lo, desde que insira créditos COM O LINK para o conteúdo original e não faça uso comercial de nossa produção. 

o melhor utilitário esta de volta


A Chevrolet apresentou, durante o Salão de Bangkok, na Tailândia, a nova geração da Blazer. Batizado no mercado asiático como Trailblazer, o utilitário esportivo da GM é uma derivação da nova picape S10 – ambos tiveram projetos liderados pelo Centro de Design na América do Sul da GM, em São Paulo.

Segundo o comunicado oficial da GM, as vendas da Trailblazer na Tailândia começam em junho. Nos meses seguintes, o utilitário será lançado em diversos países, incluindo o Brasil – aliás, foi a filial brasileira que liderou o desenvolvimento da nova S10 e a Trailblazer. Assim como o exterior, a cabine da nova geração da Blazer também é igual à da picape média Chevrolet. Destacam-se o quadro de instrumentos no padrão “dual cockpit”, criado com o muscle-car Camaro, e o singular console central, com vários comandos dispostos em círculo.

Entre os itens de segurança, destaque para controle de estabilidade, freios com sistema anti-travamento (ABS) e assistência de frenagem, controle de tração, duplo airbag e assistente de partida em subidas. As versões  de acabamento serão as mesmas da picape (LT e LTZ) com opções de trações 4×2 e 4×4, e câmbio manual ou automático.

O SUV chega dois novos motores: o 2.5 e 2.8 litros Duramax dieselturbo, ambos com quatro cilindros em linha. O maior usa um turbo desenvolve 180 cv de potência e um torque de 47,9 kgfm, quando acoplado à transmissão automática de seis velocidades. Com o câmbio manual de cinco marchas, o torque máximo é de 44,8 kgfm. Já o propulsor 2.5 litros gera 150 cv e 35,7 kgfm. No Brasil a escolha da GM deverá ser pela mesma gama que equipa a S10: 2.4 Flex, que entrega 147 cv com etanol, e 2.8 CTDI turbodiesel com 180 cv de potência.

logica de programação


Lógica de Programação é a técnica de criar sequências lógicas para atingir  objetivos com regras baseadas na  matemática,  utilizada pelo programador para construir seu softwares.
Um algoritmo é uma sequência  de instruções executada até que determinada se atinja os objetivos determinados.  Em matemática constitui o conjunto de processo para efetuar o calculo .
O exemplo mais usual é de uma receita, embora para fazer um programa completo este processo seja mais complexo e exige do programador mais estudos e conhecimento de informatica e da area para o qual ele esteja desenvolvendo, afim se você vai criar um programa para a área comercial e não entende nada do assunto irá cometer inúmeros erros e não ira atender as necessidades do cliente. Eles podem repetir passos,  ou necessitar de decisões  como fazer uma  comparações  lógica até que o processo seja concluído. Um algoritmo errado  não irá resolver um problema se estiver implementado de forma incorreta ou se não for apropriado para o problema.
Um algoritmo não representa, um programa de computador, e sim os passos necessários para realizar uma tarefa(planejamento). Sua implementação pode ser feita por um computador,  ou mesmo por um ser humano. Diferentes algoritmos podem realizar a mesma tarefa usando um conjunto diferenciado de instruções. dependendo  de estruturas de dados adequadas ao algoritmo sua execução pode ser mais complexa do que outros. Por exemplo, um algoritmo para se vestir pode especificar que você vista primeiro as meias e os sapatos antes de vestir a calça enquanto outro algoritmo especifica que você deve primeiro vestir a calça e depois as meias e os sapatos. Fica claro que o primeiro algoritmo é mais difícil de executar que o segundo apesar de ambos levarem ao mesmo resultado.
O conceito de um algoritmo foi formalizado em 1936 pela Máquina de Turing de Alan Turing e pelo cálculo lambda de Alonzo Church, que formaram as primeiras fundações da Ciência da Computação.

quer saber mais:http://pt.wikibooks.org/

Histórias Insólitas: o segredo dos labirintos.


O labirinto é um símbolo muito antigo e presente em várias culturas e sociedades há muito tempo.
O traçado sinuoso que o representa exige normalmente uma grande engenhosidade para encontrar a saída. O labirinto é o símbolo da vida e dos seus meandros. O labirinto tem sempre uma entrada e uma saída, mas entre uma e outra são muitas as provações que esperam o audacioso que nele se aventura. O labirinto representa uma metáfora da condição humana entre o nascimento e a morte, com as suas desgraças e os seus êxitos. Ele nos ensina muito sobre nós mesmos.

A mais antiga evocação escrita do labirinto encontra-se na Grécia Antiga e na lenda do Minotauro, apesar de terem sido descobertas representações do labirinto que datam da época da pré-história.

Assim, na mitologia grega, dizem que Dédalo construiu um labirinto para prender para sempre o Minotauro. Esse monstro sanguinário e fabuloso, com corpo de homem e cabeça de touro, aterrorizava nessa época Creta. Ele foi aprisionado no labirinto por Dédalo, a mando do rei Minos.

O Minotauro foi morto por Teseu. Este queria acabar com o sacrifício de sete rapazes e sete moças que eram regularmente entregues ao Minotauro. Foi o tributo exigido por Minos depois da sua vitória sobre Atenas. Teseu, o ateniense, decidiu matar o Minotauro.

Graças ao novelo de lã dado por Ariadne, filha de Minos e apaixonada por Teseu, ele entrou no labirinto, matou o Minotauro e saiu, fugindo depois com Ariadne e os jovens destinados ao sacrifício.


Um símbolo amplamente divulgado

A lenda do labirinto e do Minotauro foi a primeira história no mundo a abordar o tema do labirinto e a necessidade de utilizar as suas próprias capacidades naturais para sair do labirinto da existência material.

Desde a Grécia Antiga, o labirinto foi utilizado muitas vezes e em muitas tradições para representar o difícil caminho que é preciso seguir na existência, assim como a necessidade de ultrapassarmos os nossos limites para vencermos os obstáculos e sairmos do nosso próprio labirinto.

Quer seja na forma de verdadeiros labirintos vegetais ou arquiteturais, quer seja através de evocações na literatura, na arte, em videogames ou no cinema… o labirinto é muitas vezes utilizado como símbolo. Deste modo, podemos encontrá-lo tanto na Catedral de Chartres, como nas pirâmides do Egito Antigo, no palácio de Cnossos, em Creta, ou nos Jardins do Tempo da realeza francesa.


Escapar graças às suas capacidades naturais

O labirinto aparece sempre na forma de um trilho sinuoso, composto por pistas verdadeiras e pistas falsas. Para encontrar a saída, é imprescindível utilizar várias qualidades: inteligência, perspicácia, sentido de observação, memória… Também é necessário utilizar muitos sentidos: a visão, o olfato, a audição, o tato… para conseguir chegar ao centro da verdade e sair.

No centro do labirinto, encontra-se o objetivo supremo que é muitas vezes representado por um símbolo, como a Jerusalém celeste, um caractere sagrado, uma rosácea, uma cruz… Frequentemente, no centro do labirinto, se encontra também um vazio que significa que cada um poderá encontrar o que ali veio buscar, ou então, poderá ter uma revelação relativa ao que procura.


Uma porta de acesso a nós próprios ou a um lugar escondido.

Um labirinto é muitas vezes uma porta de entrada ou de acesso a um lugar sagrado, acessível apenas àqueles que são dignos de atravessá-la. Dito de outra forma, só as pessoas que têm virtudes suficientes, como a coragem, a honestidade, a generosidade, a humildade ou o espírito de sacrifício conseguirão vencer as dificuldades materiais e espirituais que encontrarão no labirinto para chegar ao centro da verdade que ele protege.


A contemplação do labirinto

Em cima e abaixo, encontrará duas formas de labirintos entre as mais correntes. Elas são muito parecidas com as mandalas budistas, que são representações simbólicas quer servem para meditar através da visualização dos desenhos, geralmente representados de forma geométrica.
desenvolva sua mente meditando no labirinto, aumentando seus poderes mentais.



Aliás, basta fitar um ou outro para descobrir a função espiritual do labirinto ou da mandala: a elevação da consciência daquele que os utiliza para meditar.

o segredo do labrinto meditação acelera a o desenvolvimento da mente.




Um suporte de meditação

Observe agora um dos dois labirintos. Basta que se concentre o suficiente para que estes labirintos hipnotizem você rapidamente.

Ao fim de algum tempo, sentirá uma paz suave invadir o seu corpo. Com um pouco de prática, poderá se encontrar em um estado de consciência superior àquele em que se encontra no cotidiano.

Se consultar as imagens de mandalas búdicas na Internet, em livros ou em revistas, verá facilmente a semelhança de muitas delas com os labirintos.

Sua função é a mesma: aceder a outros níveis de consciência para se aperceber da relatividade da realidade cotidiana e descobrir as verdades profundas sobre a existência, assim como as suas capacidades interiores.

Pratique regularmente a visualização/meditação  com labirintos ou mandalas e evoluirá mais rapidamente.

Atingirá a paz de espírito e encontrará soluções para os seus problemas mais facilmente, ao mesmo tempo que terá uma maior vitalidade.

Campanha pela liberdade

 texto traduzido do site:  www.eff.org


Campanha da Fita Azul
Mostrar a fita azul para apoiar o direito humano essencial da liberdade de expressão, um bloco de construção fundamental da sociedade livre, afirmou o Bill dos EUA de Direitos em 1791 e pela Declaração Universal dos Direitos Humanos em 1948.
Aqui na FEP, continuamos a lutar pelo direito à liberdade de expressão. Nossa última campanha gira em torno dos direitos legais de blogueiros e jornalistas cidadãos.
FEP é um grupo sem fins lucrativos, financiada por doadores de tecnólogos apaixonados pessoas de advogados,, voluntários e visionários - que dependem do seu apoio para continuar defendendo com êxito os seus direitos digitais. O litígio é particularmente caro, porque dois terços do nosso orçamento vem de doadores individuais, cada contribuição é fundamental para ajudar FEP luta e vitória-mais casos.
Você tem o direito de Blogar Anonimamente. FEP lutou por seu direito de falar anonimamente na Internet, estabelecendo proteção legal em vários estados e jurisdições federais, e desenvolver tecnologias para ajudar a proteger você de identidade. Com seu apoio, FEP pode continuar a defender este direito, a realização de litígio estratégico para estabelecer padrões rígidos para desmascarar um crítico anônimo em jurisdições mais.
Você tem o direito de manter fontes confidenciais. No Apple v A, EFF está lutando para estabelecer privilégio do repórter para os jornalistas on-line antes de os tribunais da Califórnia. Com seu apoio, FEP pode defender blogueiros notícias de intimações que procuram a identidade de fontes confidenciais em mais jurisdições.
Você tem o direito de fazer uso justo de Propriedade Intelectual. Em OPG v Diebold, Diebold, Inc., uma fabricante de urnas eletrônicas, tinha enviado cartas de direitos autorais cessar-e-desistirem de ISPs após documentos internos indicam falhas em seus sistemas foram publicados na Internet. FEP estabelecido a publicação era um uso justo. Com seu apoio, FEP pode ajudar a lutar para proteger os blogueiros de ameaças frívolas ou abusivo e ações judiciais.
Você tem o direito de permitir Comentários do leitor sem medo. Em Barrett v Rosenthal, EFF está trabalhando para estabelecer que a Seção 230, uma forte imunidade federal para editores on-line, aplica-se aos blogueiros. Com seu apoio, FEP pode continuar a proteger os blogueiros de responsabilidade por comentários deixados por terceiros.
Você tem o direito de proteger seu servidor de Apreensão Governo. Em intimação para re Rackspace. FEP combateu com sucesso para desvendar uma intimação secreta do governo que resultou em mais de 20 Centro de Mídia Independente (CMI) sites de notícias e outros serviços de Internet que está sendo tirado do ar. Com seu apoio, FEP pode responsabilizar o governo para as investigações que cortam discurso protegida.
Você tem o direito de livremente Blog sobre as eleições. FEP tem defendido a aplicação sensata de regras da Comissão Eleitoral Federal para blogs que comentam sobre as campanhas políticas. Com seu apoio, FEP pode continuar a proteger os blogs políticos de regulamentos campanha onerosas.
Você tem o direito de Blog sobre o seu local de trabalho. EFF tem educado blogueiros sobre os seus direitos ao blog sobre seu local de trabalho e tecnologias desenvolvidas para ajudar bloggers apito anônimos. Com seu apoio, FEP pode ajudar a moldar a lei para proteger os blogueiros de trabalho de retaliação injusta.
Você Tem o Direito de Acesso a Mídia. EFF tem educado os blogueiros em seu direito de acesso à informação pública, participar de eventos públicos com os mesmos direitos que os principais meios de comunicação, e como fazer o blog a partir de eventos públicos. Com seu apoio, FEP pode lutar para blogueiros direito de acesso como mídia.
Conheça os seus direitos e se preparar para defendê-los. FEP criou o Guia Legal para Bloggers a dar-lhe um roteiro básico para as questões legais que você pode enfrentar como um blogueiro e um guia sobre Como Blogar Com Segurança. Com seu apoio, FEP pode se expandir e atualizar essas guias.
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O fim da web

Nos primeiros anos da grande rede de computadores, o verbo era "divulgar". Você publicava um conteúdo, em seu blog ou site, e outras pessoas o acessavam. O Google cresceu ao trazer um mecanismo de busca capaz de localizar conteúdos que a pessoa deseja. Novas ferramentas mudaram esta lógica.
sencura na web pode ser o fim da democraciaCom a chamada "web 2.0", onde novas plataformas, como redes sociais, tornaram os sites mais dinâmicos, o novo verbo passou a ser "compartilhar". As pessoas continuam publicando em seus sites ou blogs, mas também passaram a enviar conteúdos para outros serviços como YouTube ou 9gag, ou compartilham com outras pessoas algo que acharam interessante por redes sociais como Twitter e Facebook.
Isso criou uma web mais dinâmica e participativa, ao mesmo tempo em que tornou muito difícil controlar a publicação e origem de conteúdos, especialmente em sistemas mais anárquicos como o 4chan. E isso é o inferno para quem quer defender seus conteúdos com direitos autorais.
Aqui temos o ponto crítico da questão: conteúdo com copyright, subido por um usuário, deve derrubar um site? Vamos a um exemplo: estou aqui, fazendo testes com o HP Pavilion Dv6-6170br (especificar o modelo do notebook é muito relevante para o exemplo). Acabo me irritando e decido acabar com o SOPA pela raiz. Pego um voo para os Estados Unidos e mato, batendo com o notebook, todos os responsáveis por esta lei. Na lógica do ato anti-pirataria online, o governo americano fecharia as fábricas da HP, afinal não importa que o uso indevido seja culpa do usuário (notebooks como arma letal), a culpa é de quem é responsável pelo serviço (a empresa que fabricou o notebook). Como podem notar, minha imparcialidade morre a pancadas, neste parágrafo.
o governo quer o controle total da web

Essa lei torna sites colaborativos inviáveis, já que é muito difícil controlar o que todos os usuários fazem. Isso é o fim de sites como YouTube, Megaupload, Wikipedia e todos os locais onde pessoas compartilham conteúdos, que viveriam em uma insegurança constante de serem fechados o que, caso aconteça, nos jogaria em um túnel do tempo, diretamente para a internet de 1999 (alguém aqui sente saudade do Geocities?).


leia a materia completa no site adrenaline.uol.com.br

Automóveis x computadores

Numa recente feira de informática (COMDEX), Bill
Gates fez uma infeliz comparação da Indústria de
computadores com a automobilística e declarou: “Se
a GM tivesse evoluído tecnologicamente tanto
quanto a indústria de computadores evoluiu,
estaríamos todos dirigindo carros que custariam 25
dólares e que fariam 1000 milhas por galão (algo
como 420km/l)”.
Então a General Motors divulgou o seguinte
comentário a respeito desta declaração:
SE A MICROSOFT FABRICASSE CARROS:
1) Toda vez que eles repintassem as linhas das
estradas você teria que comprar um carro novo.
2) Ocasionalmente, dirigindo a 100 Km/h, seu
carro, de repente, morreria na auto-estrada sem
nenhuma razão aparente, e você teria apenas que
aceitar isso, religá-lo (desligar o carro, tirar a
chave do contato, fechar o vidro, sair do carro,
fechar e trancar a porta, abrir e entrar no carro,
sentar-se ao banco, abrir o vidro, colocar a chave
no contato e ligar) e seguir adiante.
3) Ocasionalmente, a execução de uma manobra à
esquerda, poderia fazer com que seu carro parasse
e falhasse. Você teria então que reinstalar o
motor! Por alguma estranha razão, você aceitaria
isso também.
4) A Apple faria um carro em parceria com a Sun,
confiável, cinco vezes mais rápido e dez vezes
mais fácil de dirigir. Mas apenas poderia rodar em
5% das estradas.
5) Os indicadores luminosos de falta de óleo,
gasolina e bateria seriam substituídos por um
simples “Falha Geral ou Defeito Genérico”.
6) Os novos assentos obrigariam a todos terem o
mesmo tamanho “default” de bunda.
7) Em um acidente, o sistema de airbag poderia lhe
perguntar: “Você tem certeza?” antes de entrar em
ação.
8) No meio de uma descida pronunciada, quando você
ligar o ar condicionado, o rádio e as luzes ao
mesmo tempo, ao pisar no freio apareceria uma
mensagem do tipo “Este Carro realizou uma operação
ilegal e será desligado”!
9) Se desligar o seu Carro98 utilizando a chave,
sem antes ter desligado o radio ou o pisca-alerta,
quando for ligá-lo novamente, ele iria checar
todas as funções do carro durante meia hora, e
ainda lhe daria uma bronca para não fazê-lo
novamente.
10) A cada novo lançamento de carro, você
teria que reaprender a dirigir, voltar à auto-
escola e tirar uma nova carteira de motorista.
11) Para DESLIGAR seu carro, você teria que
apertar o botão”Iniciar”…
O tio Bill bem que poderia ter ido dormir sem
essas.

O que é algoritimo


Para que um computador faça qualquer coisa, você precisa de um programa de computador. Para criar um programa de computador, você tem de informar ao computador, passo a passo, exatamente o que você espera que ele faça. O computador então "executa" o programa, seguindo cada passo mecanicamente para atingir o objetivo final.
Quando você "diz" ao computador o que fazer, você também deve escolhercomo ele vai fazer. É aí que entram os algoritmos de computador. Algoritmo é a técnica básica usada para fazer o trabalho. Vamos acompanhar um exemplo para ajudar a entender o conceito de algoritmo.
Digamos que você tem um amigo chegando ao aeroporto e ele precisa ir do aeroporto até sua casa. Aqui estão quatro algoritmos diferentes que você poderia dar a seu amigo para ele chegar à casa:
o algoritmo do táxi:
vá para o ponto de táxi;
entre em um táxi;
dê meu endereço ao motorista.
o algoritmo "ligue-me":
quando seu avião chegar, ligue para meu celular;
espere do lado de fora do terminal de bagagens (em inglês).
O algoritmo "alugue um carro":
pegue o circular até o aluguel de automóveis;
alugue um carro;
siga as instruções para chegar até minha casa.
O algoritmo do ônibus:
fora do terminal de bagagens, pegue o ônibus número 70;
faça uma baldeação para o ônibus 14 na Rua Dom Pedro;
desça na rua Aroeira;
ande duas quadras para norte até minha casa.
Todos esses quatro algoritmos atingem exatamente a mesma meta, mas cada um deles o faz de modo completamente diferente. Cada algoritmo também possui um custo e um tempo de viagem diferentes. O táxi, por exemplo, é a maneira mais rápida e cara. Já o ônibus é definitivamente mais barato, mas bem mais lento. Você escolhe o algoritmo com base nas circunstâncias.
Na programação de computadores, freqüentemente há diversos caminhos, ou algoritmos, para cumprir qualquer tarefa determinada. Cada algoritmo tem vantagens e desvantagens em situações diferentes. A ordenação é uma área onde se fez muita pesquisa, porque os computadores gastam muito tempo classificando listas. Aqui estão cinco algoritmos diferentes que são usados na ordenação:
ordenação por caixas
ordenação por mistura
ordenação por bolha
ordenação por aparência
ordenação rápida
Se você tem um milhão de valores inteiros entre 1 e 10 e precisa ordená-los, aordenação por caixa é o algoritmo certo a ser usado. Se você tem um milhão de títulos de livros, o método ordenação rápida poderia ser o melhor algoritmo. Conhecendo os pontos fortes e fracos dos diferentes algoritmos, você escolhe o melhor para a tarefa que tem em mãos.