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logica de programação


Lógica de Programação é a técnica de criar sequências lógicas para atingir  objetivos com regras baseadas na  matemática,  utilizada pelo programador para construir seu softwares.
Um algoritmo é uma sequência  de instruções executada até que determinada se atinja os objetivos determinados.  Em matemática constitui o conjunto de processo para efetuar o calculo .
O exemplo mais usual é de uma receita, embora para fazer um programa completo este processo seja mais complexo e exige do programador mais estudos e conhecimento de informatica e da area para o qual ele esteja desenvolvendo, afim se você vai criar um programa para a área comercial e não entende nada do assunto irá cometer inúmeros erros e não ira atender as necessidades do cliente. Eles podem repetir passos,  ou necessitar de decisões  como fazer uma  comparações  lógica até que o processo seja concluído. Um algoritmo errado  não irá resolver um problema se estiver implementado de forma incorreta ou se não for apropriado para o problema.
Um algoritmo não representa, um programa de computador, e sim os passos necessários para realizar uma tarefa(planejamento). Sua implementação pode ser feita por um computador,  ou mesmo por um ser humano. Diferentes algoritmos podem realizar a mesma tarefa usando um conjunto diferenciado de instruções. dependendo  de estruturas de dados adequadas ao algoritmo sua execução pode ser mais complexa do que outros. Por exemplo, um algoritmo para se vestir pode especificar que você vista primeiro as meias e os sapatos antes de vestir a calça enquanto outro algoritmo especifica que você deve primeiro vestir a calça e depois as meias e os sapatos. Fica claro que o primeiro algoritmo é mais difícil de executar que o segundo apesar de ambos levarem ao mesmo resultado.
O conceito de um algoritmo foi formalizado em 1936 pela Máquina de Turing de Alan Turing e pelo cálculo lambda de Alonzo Church, que formaram as primeiras fundações da Ciência da Computação.

quer saber mais:http://pt.wikibooks.org/

Histórias Insólitas: o segredo dos labirintos.


O labirinto é um símbolo muito antigo e presente em várias culturas e sociedades há muito tempo.
O traçado sinuoso que o representa exige normalmente uma grande engenhosidade para encontrar a saída. O labirinto é o símbolo da vida e dos seus meandros. O labirinto tem sempre uma entrada e uma saída, mas entre uma e outra são muitas as provações que esperam o audacioso que nele se aventura. O labirinto representa uma metáfora da condição humana entre o nascimento e a morte, com as suas desgraças e os seus êxitos. Ele nos ensina muito sobre nós mesmos.

A mais antiga evocação escrita do labirinto encontra-se na Grécia Antiga e na lenda do Minotauro, apesar de terem sido descobertas representações do labirinto que datam da época da pré-história.

Assim, na mitologia grega, dizem que Dédalo construiu um labirinto para prender para sempre o Minotauro. Esse monstro sanguinário e fabuloso, com corpo de homem e cabeça de touro, aterrorizava nessa época Creta. Ele foi aprisionado no labirinto por Dédalo, a mando do rei Minos.

O Minotauro foi morto por Teseu. Este queria acabar com o sacrifício de sete rapazes e sete moças que eram regularmente entregues ao Minotauro. Foi o tributo exigido por Minos depois da sua vitória sobre Atenas. Teseu, o ateniense, decidiu matar o Minotauro.

Graças ao novelo de lã dado por Ariadne, filha de Minos e apaixonada por Teseu, ele entrou no labirinto, matou o Minotauro e saiu, fugindo depois com Ariadne e os jovens destinados ao sacrifício.


Um símbolo amplamente divulgado

A lenda do labirinto e do Minotauro foi a primeira história no mundo a abordar o tema do labirinto e a necessidade de utilizar as suas próprias capacidades naturais para sair do labirinto da existência material.

Desde a Grécia Antiga, o labirinto foi utilizado muitas vezes e em muitas tradições para representar o difícil caminho que é preciso seguir na existência, assim como a necessidade de ultrapassarmos os nossos limites para vencermos os obstáculos e sairmos do nosso próprio labirinto.

Quer seja na forma de verdadeiros labirintos vegetais ou arquiteturais, quer seja através de evocações na literatura, na arte, em videogames ou no cinema… o labirinto é muitas vezes utilizado como símbolo. Deste modo, podemos encontrá-lo tanto na Catedral de Chartres, como nas pirâmides do Egito Antigo, no palácio de Cnossos, em Creta, ou nos Jardins do Tempo da realeza francesa.


Escapar graças às suas capacidades naturais

O labirinto aparece sempre na forma de um trilho sinuoso, composto por pistas verdadeiras e pistas falsas. Para encontrar a saída, é imprescindível utilizar várias qualidades: inteligência, perspicácia, sentido de observação, memória… Também é necessário utilizar muitos sentidos: a visão, o olfato, a audição, o tato… para conseguir chegar ao centro da verdade e sair.

No centro do labirinto, encontra-se o objetivo supremo que é muitas vezes representado por um símbolo, como a Jerusalém celeste, um caractere sagrado, uma rosácea, uma cruz… Frequentemente, no centro do labirinto, se encontra também um vazio que significa que cada um poderá encontrar o que ali veio buscar, ou então, poderá ter uma revelação relativa ao que procura.


Uma porta de acesso a nós próprios ou a um lugar escondido.

Um labirinto é muitas vezes uma porta de entrada ou de acesso a um lugar sagrado, acessível apenas àqueles que são dignos de atravessá-la. Dito de outra forma, só as pessoas que têm virtudes suficientes, como a coragem, a honestidade, a generosidade, a humildade ou o espírito de sacrifício conseguirão vencer as dificuldades materiais e espirituais que encontrarão no labirinto para chegar ao centro da verdade que ele protege.


A contemplação do labirinto

Em cima e abaixo, encontrará duas formas de labirintos entre as mais correntes. Elas são muito parecidas com as mandalas budistas, que são representações simbólicas quer servem para meditar através da visualização dos desenhos, geralmente representados de forma geométrica.
desenvolva sua mente meditando no labirinto, aumentando seus poderes mentais.



Aliás, basta fitar um ou outro para descobrir a função espiritual do labirinto ou da mandala: a elevação da consciência daquele que os utiliza para meditar.

o segredo do labrinto meditação acelera a o desenvolvimento da mente.




Um suporte de meditação

Observe agora um dos dois labirintos. Basta que se concentre o suficiente para que estes labirintos hipnotizem você rapidamente.

Ao fim de algum tempo, sentirá uma paz suave invadir o seu corpo. Com um pouco de prática, poderá se encontrar em um estado de consciência superior àquele em que se encontra no cotidiano.

Se consultar as imagens de mandalas búdicas na Internet, em livros ou em revistas, verá facilmente a semelhança de muitas delas com os labirintos.

Sua função é a mesma: aceder a outros níveis de consciência para se aperceber da relatividade da realidade cotidiana e descobrir as verdades profundas sobre a existência, assim como as suas capacidades interiores.

Pratique regularmente a visualização/meditação  com labirintos ou mandalas e evoluirá mais rapidamente.

Atingirá a paz de espírito e encontrará soluções para os seus problemas mais facilmente, ao mesmo tempo que terá uma maior vitalidade.

Desenvolva a sua mente: Pratique a lei da multiplicação.


«Não pode resolver os problemas com a mentalidade que os criou!»
Albert Einstein

Muitas vezes, a solução para os nossos problemas é muito mais fácil de encontrar do que pensamos. Possuímos em nós capacidades e desejos que ignoramos ou não nos atrevemos a explorar, quando eles poderiam nos levar à riqueza e à vida dos nossos sonhos. Ao praticar a lei da multiplicação, entre no caminho do sucesso e do êxito em todos os domínios.

Muitas pessoas de todos os meios sociais, independentemente dos seus rendimentos por vezes baixos, assumem diariamente o controle da sua vida, colocando-a no caminho que leva ao sucesso. Isto é conseguido através da aplicação de uma lei cósmica simples: a lei da multiplicação.

Na verdade, tudo neste mundo é feito para se multiplicar. Assim, o Homem tenta se reproduzir para perpetuar a raça humana. As sementes que semeamos se destinam a dar plantas, frutos, legumes, árvores. É uma lei natural da vida que é encontrada em todo o universo.

Se você deixar um jardim por cultivar, ele vai se desenvolver sem a sua ajuda, de uma forma anárquica. Se praticar a arte da jardinagem, você vai proporcionar uma organização à proliferação da natureza e, em seguida, ela crescerá de acordo com seus caprichos e de acordo com suas ideias. O mesmo acontece na sua vida!


Adote o comportamento certo para ter sucesso na vida

O famoso escritor Joseph Murphy chama esta lei da multiplicação de lei do crescimento.

Cheguei a conclusões semelhantes, graças a momentos de clarividência e aos testemunhos de muitas pessoas que praticaram esta lei da multiplicação ou do crescimento, de acordo com Joseph Murphy.

Então, é necessário que você utilize esta lei da multiplicação, que age diariamente na natureza e já é utilizada por muitas pessoas, para ter uma vida bem-sucedida, porque ela coloca você no caminho do sucesso e em uma corrente positiva que culmina no êxito.

Para melhor aplicar a lei da multiplicação, deve primeiro fazer um inventário de tudo o que você tem, sejam bens materiais, dinheiro, uma casa, um apartamento, um terreno ou simplesmente ideias.


Um abismo mental e real a transpor

Antes de querer fazer prosperar os seus bens, sejam materiais ou intelectuais, como as suas ideias e desejos, primeiro é preciso saber o que você quer fazer com a sua vida. Se você não tiver perfeita consciência de quem você é e do que você tem e, por outro lado, do que você quer alcançar, a lei da multiplicação não terá utilidade alguma.

Imagine que a sua vida é como um jardim que você deve cultivar. Se, na natureza, você deixar todas as plantas crescerem como elas quiserem, você vai rapidamente obter uma selva impenetrável.

Da mesma forma, se você não aplicar a lei da multiplicação aos seus bens intelectuais, que são as suas ideias e desejos, eles vão crescer em todas as direções e não levarão você a lugar algum!

Além disso, exatamente como se você tivesse um jardim para cultivar e realizar de acordo com sua ideia, terá que semear as sementes certas, acompanhar o seu desenvolvimento e a sua transformação em plantas, dando-lhes os nutrientes, a luz solar e a água de que necessitam.


Como cultivar o seu jardim

Para continuar a nossa comparação com um jardim, digamos que os seus bens materiais ou intelectuais (ideias, pensamentos, desejos...) são as sementes que você quer transformar em plantas capazes de fazerem você ter lucro.

Por exemplo, se você quiser ter jacintos, comprará os bulbos dessa flor e terá uma ideia da flor que vai desabrochar. Faça o mesmo com os seus bens materiais e intelectuais.

Isto significa que se você quiser valorizar bens materiais como uma casa, um apartamento, um terreno, mobiliário de valor, joias... você definitivamente precisa saber o que quer fazer com eles (guardá-los, vendê-los, fazê-los frutificar?) e como!

Se você tiver poucos ou nenhuns recursos, pelo menos você tem ideias, desejos, vontades, sonhos!

Para valorizá-los, você também deve determiná-los, canalizá-los e depois utilizá-los para passar da vida que você leva atualmente para a vida que você realmente deseja.

Você deverá emitir pensamentos, pronunciar palavras e agir no sentido dos seus desejos regularmente. Isto facilitará a multiplicação das ideias positivas que, por sua vez, facilitarão a criação de outros pensamentos construtivos.


Acresça e multiplique

Na verdade, se você emitir ideias positivas regularmente, elas acabarão não só por varrer os pensamentos negativos da sua mente, como também gerarão, por sua vez, pensamentos positivos, por um efeito de bola de neve.

Quer queira, quer não, você está constantemente sob o domínio da sua mente, a qual que lhe dá uma ideia do mundo em função do seu tom: positivo ou negativo.

Se você olhar para as coisas de forma pessimista, elas não vão melhorar e podem até piorar. Pelo contrário, se você tentar ver o lado positivo de todas as coisas, acabará por encontrar soluções para todos os seus problemas. É uma lei psicológica.

Esta transformação da mente não se faz facilmente. Você pode certamente consegui-la se for constante nos seus esforços, sem nunca forçar as coisas e realizando essa mudança pouco a pouco.

Assim, se uma ideia negativa insistir em envenenar a sua mente, não cometa nenhum tipo de violência mental contra a mesma, uma vez que ela gerará outros pensamentos negativos ainda mais ardilosos!

Na verdade, não se esqueça da famosa lei da multiplicação: se uma ideia negativa puder se espalhar na sua mente, ela criará outros venenos que agirão como ervas daninhas em um jardim.


Utilize a volatilidade da mente

Sem dúvida que já reparou que, ao longo do dia, a sua mente é atravessada por centenas ou milhares de ideias.

Se não prestar atenção ou não se focar em uma ideia, ela passará e será substituída por outra ideia, e assim sucessivamente. Se escolher voluntariamente se concentrar em uma ideia, ela poderá então ocupar a sua mente ou obcecar você durante horas.

Se esta ideia for positiva e criativa, isso pode ser muito agradável e gerar outros pensamentos, palavras e ações positivos. Por outro lado, se uma ideia for negativa, ela pode desencadear outros pensamentos, mas também palavras e ações que podem se revelar nocivas e prejudiciais, tanto para você como para os outros.

No caso de ter uma ideia negativa, não a retenha na sua mente. Passe à seguinte. Se ela for igualmente negativa, não a retenha também. Se ela for positiva, pense nela para gerar outras ideias positivas. E assim sucessivamente para aplicar cada vez mais frequentemente e a seu favor a lei da multiplicação das ideias.


O poder do pensar grande



Fomos condicionados a pensar pequeno, simplificar, para não ser ganancioso, e em geral esperam que menos e menos demanda da vida. Fomos ensinados que devemos ser felizes e agradecidos com o que temos e que existem muitos outros menos afortunados que nós.


Li algures que, como uma experiência, alguém colocou dois anúncios em um jornal. Eles foram para o mesmo trabalho, fazendo o mesmo trabalho com as mesmas horas, mas um deles se ofereceu para pagar um salário muitas vezes a outra. Adivinha o que? Cerca de dez vezes mais pessoas se inscreveram para o menor trabalho remunerado! As pessoas pensam pequeno. E essa é uma das razões pelas quais fracassam. 
A maioria das pessoas têm medo de pensar grande, eles estão com medo de ser bem sucedido, com medo de ser rico.Para a maioria das pessoas, ser rico é um sonho agradável, mas eles estão confortáveis ​​com o sonho - que é bom e faz-nos sentir bem. Mas as pessoas verdadeiramente bem sucedidos e ricos levá-la ao próximo nível - estão empenhados em ser rico, para ser bem sucedido, e eles estão dispostos a continuar a manter até que o sonho se torna realidade. 
Você pode ter o que quiser - perguntar para ele, escolher, estar comprometido com ele. Comece a pensar grande. Pedir mais. A vida é assim - por sua própria natureza, cresce, evolui, ele pretende ser mais do que é, ele adquire. Isso não é uma coisa ruim. A única coisa ruim é que nós fomos ensinados a ser pequeno e de aceitar menos. A tragédia da vida de muitas pessoas é que eles pensam que não há suficiente para todos e não devem tomar mais do que seu quinhão. Mas não é suficiente - dinheiro suficiente e bastante sucesso e suficiente de tudo - o universo nunca se esgota, ele simplesmente continua a fazer mais e mais. Que pena nós não pedimos para ele! Quanto mais você ficar, mais você pode inspirar outras pessoas, você mais que você pode compartilhar, mais você pode contribuir para todos ao seu redor, mais você pode enriquecer o mundo. 

 "Nosso maior medo não é o de sermos inadequados, nosso medo mais profundo é que somos poderosos além da medida. É a nossa luz, não nossa escuridão que mais nos apavora. Nós nos perguntamos: 'Quem sou eu para ser brilhante, maravilhoso, talentoso e fabuloso? " Na verdade, quem você não está a ser? Você é um filho de Deus, o seu papel pequeno não serve ao mundo. Não há iluminação em se encolher para que outras pessoas não se sintam inseguros ao seu redor. Nós nascemos para manifestar a glória de Deus dentro de nós.Não é apenas em alguns de nós, é em todos, e conforme deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo. E conforme nos libertamos do nosso medo, nossa presença automaticamente liberta os outros."  Nelson mandela.




O que uma citação maravilhosa! Você pode fazer e ser o que quiser. Não há limites. Esse é o poder de pensar grande! 

Historias insólitas: Atlântida e Platão


A Atlântida é uma ilha-continente que vários autores da Antiguidade e alguns cientistas modernos situam no meio do Atlântico. Esta ilha se tornou mítica, porque há várias histórias que descrevem os atlantas como sendo seres avançados e inteligentes. Eles teriam desenvolvido uma civilização muito evoluída que, para alguns, poderia até rivalizar com nossa sociedade e tecnologia moderna. Infelizmente, esta ilha foi destruída por uma catástrofe natural... ou humana? As opiniões divergem.

As primeiras menções da Atlântida são obra do filósofo grego Platão. Ele fala dela em duas das suas obras: Timeu e Crítias.
Na verdade, esta segunda obra retoma as indicações referidas na primeira obra, detalhando-as.

Timeu e Crítias teriam sido escritas em 355 a.C., aproximadamente. Como Platão nasceu por volta de 427 a.C. e morreu em 346 a.C. aproximadamente, ele teria então redigido estas duas obras-primas quando dominava plenamente vários conhecimentos filosóficos e espirituais.


Para Platão, não é um mito

Mesmo que para muitos cientistas a Atlântida seja um mito, Platão não a apresentava como uma terra fictícia, mas sim como um lugar que teria existido e desaparecido muito antes da Antiguidade e com uma importância crucial para a humanidade e sua evolução.

De acordo com os diálogos de Platão, podemos deduzir que a ilha se encontrava para lá das Colunas de Hércules, outro nome para o Estreito de Gibraltar, portanto, em pleno oceano Atlântico. Contudo, era possível lá chegar a partir do continente.

A ilha se encontrava sobre fundos instáveis, o que explicaria sua rápida imersão em uma noite, de acordo com os relatos.

O rei da Atlântida se chamava Atlas e era filho do deus do mar Poseidon e da ninfa Cleito. Sem dúvida que esta filiação mítica escondia a verdadeira origem de Atlas, que devia ser extraterrestre.

A ilha, de acordo com Plutão, estava dividida em dez reinos que, em primeiro lugar, foram governados por Atlas e seus nove irmãos, e depois pelos seus descendentes durante séculos. Cada província tinha sua própria capital com uma arquitetura inspirada na construção da capital principal, chamada Cidade-Mãe, construída em volta de uma montanha. Ela era circular e rodeada de canais.


Uma ilha paradisíaca

De acordo com Platão, e vários outros autores, a ilha era paradisíaca, com paisagens fabulosas, uma fauna e flora únicas, várias terras agrícolas e recursos naturais que garantiam a independência e a potência da Atlântida.

Com o tempo, a situação se degradou, dado que os diferentes reis e senhores da Atlântida, ávidos de poder e de riqueza, entraram em guerra uns com os outros, tentando colonizar as terras em volta da ilha-continente.

Assim, invadiram alguns países da Europa, de África e até da América. Pensa-se que chegaram ao Egito, à Itália e à Grécia.

É costume explicar o aparecimento de civilizações brilhantes nestes locais como sendo uma consequência da sua colonização pelos atlantas.


A origem de várias civilizações

Na verdade, a Itália, com a Roma Antiga, a Grécia, o Antigo Egito e a América assistiram ao nascimento de civilizações que reinaram em continentes durante séculos e influenciaram a História do mundo.

Muitas vezes, algumas destas civilizações muito brilhantes surgiram de repente, como no Egito, no tempo dos faraós.

Os cientistas ainda se perguntam como este povo de agricultores que eram os antigos egípcios conseguiram desenvolver uma civilização tão brilhante em apenas alguns anos, com uma religião muito evoluída, a invenção de um alfabeto sofisticado - os hieróglifos - e dotada de conhecimentos científicos, matemáticos e astronômicos avançados.

Muitos investigadores pensam que só o contato com uma sociedade muito avançada pôde permitir o aparecimento quase repentino de conhecimentos inéditos e muito complexos para a época.

As mesmas perguntas se colocam para a Roma Antiga, a Grécia Antiga e até para as brilhantes civilizações ameríndias, como as dos Maias, Astecas e Incas, que se desenvolveram também muito rapidamente. Suas inovações no domínio das matemáticas, da astrologia, da escrita e da religião são incríveis.


Como o Paraíso virou um inferno!

Apesar de grandes recursos naturais, de uma terra fértil e de extraordinários cientistas, este paraíso acabou por virar um inferno, devido às guerras incessantes que levaram os reis corruptos das diferentes províncias atlantas entre eles, mas também com seus vizinhos.

Há mais de 9000 anos, a ilha desapareceu em uma noite, no seguimento, em função das versões, de um tsunami gigantesco ou de uma explosão aterrorizadora de origem humana que devastou completamente a Atlântida. Isto explicaria o fato de ser tão difícil encontrar vestígios do continente perdido.

Ainda que o nome Atlântida possa fazer pensar no oceano Atlântico, um certo número de cientistas situaram-na em outro lugar.

Cientistas tão sérios como o comandante Cousteau, o famoso oceanógrafo, se interessaram pela Atlântida. Este, baseando-se nos trabalhos de arqueólogos, situou a ilha em Creta. Efetivamente, Creta tinha sofrido uma terrível erupção vulcânica em 1650 a.C.

Outras fontes muito sérias, no seguimento de trabalhos realizados por geólogos franceses e americanos, situam a Atlântida no Mar Negro.

Na verdade, acontece que há vários milhares de anos é possível que o Mediterrâneo se tenha derramado violentamente no mar Negro, que na época era um imenso lago de água doce situado abaixo do nível do mar.

Esta rápida subida das águas, que é referida por vários geólogos, teria assim submergido rapidamente todas as terras junto ao Mar Negro, o que confirmaria a origem do tsunami!


A hipótese da explosão atômica

Juntamente com a hipótese de uma catástrofe natural, outra teoria começa a ganhar amplitude: o acidente de origem humana.

Na verdade, se a Atlântida fascina há tanto tempo, é também porque os atlantas eram supostamente uma civilização extraordinária e muito avançada tecnologicamente em relação a todas as outras sociedades.

Assim, eles teriam dominado a energia solar, a qual lhes permitia iluminar as cidades a baixo custo, graças a aparelhos estranhamente semelhantes aos nossos revérberos, candeeiros e lâmpadas atuais.


A televisão na Atlântida?

Eles teriam desenvolvido recursos telepáticos ou, de acordo com outros investigadores, teriam conseguido comunicar entre eles, graças a aparelhos de comunicação que apresentam semelhanças com nossos telefones fixos.

Também teriam inventado uma espécie de energia nuclear. Segundo certos autores, uma explosão acidental de um dos reatores seria a explicação para o seu desaparecimento súbito!