O secúlo em que as estrelas param de brilhar

Bom não é nescessario muitos comentarios, o titulo já diz tudo a humanidade esta de luto a muitas decadas.
Outro dia em uma converça um amigo fez uma pergunta a outro amigo, " porque que hoje não se tem, mais descobertas importante na ciência como antigamete".
Eu não entrei na converça, mas a resposta me veio imediatamente e guardei é claro e hoje voutei a pensar nesta pergunta e a resposta ainda é mesma.
Até o secúlo passado os grandes nomes da ciência estudavam os fenomênos por paixão, por amor. movidos po instintos sobrios, puros a ciência era praticada em parceria com a razão.
Também na filosofia isto acontece, existem bons pensadores nos dias de hoje, mas me parece que falta algo fundamental para o pensamento filosofico.
Para a ciência a resposta me parece obvia a ciência praticada hoje alem de não ser parceira da razão é mortalmente tocada pelos intereçes comerciais não se faz nenhum estudo se não para lucrar nunca para se descubrir algo bélo, novo,puro, racional. temos tantos recursos e não os utilizamos para a ciência, mas sim para o lucro das grandes empresas, ouve sim algumas descobertas que ajudaram o homem, mas compare com as grandes estrelas do passado e vera que hoje não sabemos de nada alem daquilo que nos foi mostrado pelos grandes mestres.


Olhai as estrelas que são mui antigas e teras o conhecimento de si mesmo.



Albert Einstein nasceu numa sexta-feira, dia 14 de março de 1879, em Ulm, uma próspera cidade ao sul da Alemanha. Ele foi o primeiro e único filho homem de Hermman Einstein e Pauline Koch. Já nos primeiros anos de sua vida, Einstein provocava comentários. Sua mãe estava convencida de que o formato de sua cabeça era fora do comum e temia que tivesse algum problema mental, porque era muito lento para aprender a falar. Passou sua juventude em Munique, onde sua família possuía uma pequena oficina destinada à construção de máquinas elétricas. Einstein não falou até os 3 anos de idade, mas desde jovem mostrou uma curiosidade brilhante sobre a Natureza, e uma habilidade para compreender conceitos matemáticos avançados. Com 12 anos de idade, aprendeu por conta própria a Geometria Euclideana.

Albert cresceu forte e saudável, embora não gostasse de praticar esportes organizados. Era um garoto quieto e particularmente solitário, que preferia ler e ouvir música. Não gostava do regime monótono e do espírito sem imaginação da escola em Munique. Se considerasse os conselhos de um de seus professores teria abandonado a escola. Quando sua família mudou-se para Milão, na Itália, Einstein tinha 15 anos. Nesta ocasião passou 1 ano com sua família em Milão. Terminou a escola secundária em Arrau, Suíça, e com boas notas somente em Matemática, entrou, em 1896, no Instituto Politécnico de Zurique, onde se graduou em 1901 com dificuldades. Einstein não gostava dos métodos de instrução lá. Freqüentemente não assistia às aulas, usando o tempo para estudar Física ou tocar seu adorado violino. Passou nos exames e graduou-se em 1900. Seus professores não o tinham como grande aluno e não o recomendariam para uma posição na Universidade. Por dois anos Einstein trabalhou como tutor e professor substituto. Em 1902, assegurou uma posição como examinador no Escritório de Patentes da Suíça em Bern. Em 1903, casou-se com Mileva Maric, que havia sido sua colega na Escola Politécnica.

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Em 1905, após ter conseguido um emprego no serviço federal de patentes que o deixava com horas vagas para estudar os problemas da física contemporânea, o mundo tomou conhecimento de sua existência através da publicação de cinco artigos nos Annalen der Physik, revista científica alemã. No mesmo ano recebeu seu grau de Doutor pela Universidade de Zurique por uma dissertação teórica a respeito das dimensões de moléculas, e também publicou 3 trabalhos teóricos de grande importância para o desenvolvimento da Fïsica do século 20. No primeiro desses trabalhos, sobre o Movimento Browniano, ele realizou previsões significantes sobre o movimento de partículas distribuídas aleatoriamente em um fluido. Tais previsões seriam confirmadas posteriormente, através de experiências.

O segundo Trabalho, sobre o Efeito Fotoelétrico, continha uma hipótese revolucionária a respeito da natureza da luz. Einstein não somente propôs que sob certas circunstâncias pode-se considerar a luz feita de partículas, mas também a hipótese que a energia carregada por qualquer partícula de luz, chamada de fóton, é proporcional à freqüência da radiação. Uma década mais tarde, o Físico americano Robert Andrews Millikan confirmou experimentalmente a teoria de Einstein. Einstein, cuja preocupação primordial é compreender a natureza da radiação eletromagnética, desenvolveu posteriormente uma teoria que seria uma fusão dos modelos de partícula e onda para a luz. Novamente, poucos cientistas compreendiam ou aceitavam suas idéias.

A Teoria da Relatividade Especial

O terceiro grande Trabalho de Einstein em 1905, "Sobre a Eletrodinâmica dos Corposem Movimento", continha o que tornou-se conhecido como a Teoria Especial da Relatividade. Desde a época do Matemático e Físico inglês Isaac Newton, os filósofos naturais (como os físicos e químicos eram conhecidos) tentavam compreender a natureza da matéria e da radiação e como elas interagiam. Não existia uma explicação consistente para o modo como a radiação (a luz, por exemplo) e a matéria interagiam quando vistas de referenciais inerciais diferentes, isto é, uma interação vista simultaneamente por um observador em repouso e um observador movendo-se com velocidade constante.

No Outono de 1905, após considerar estes problemas por 10 anos, Einstein percebeu que o problema não se encontrava em uma teoria da matéria, mas em uma teoria relativa às medidas. Einstein desenvolveu, então, uma teoria baseada em dois postulados: o Princípio da Relatividade, que as leis físicas são as mesmas em todos os referenciais inerciais, e o Princípio da Invariância da velocidade da luz, onde a velocidade da luz no vácuo é uma constante universal. Assim, Einstein era capaz de dar uma descrição correta e consistente de eventos físicos em referenciais inerciais diferentes sem fazer suposições especiais sobre a natureza da matéria e da radiação, ou como elas interagiam. Virtualmente, ninguém compreendeu seus argumentos. Einstein e a Teoria da Relatividade Geral Mesmo antes de deixar o Escritório de Patentes em 1907, começara o trabalho de extender e generalizar o teoria da relatividade para todos os referenciais. Ele iniciou enunciando o Princípio da Equivalência, um postulado que campos gravitacionais são equivalentes à acelerações de referênciais. Por exemplo, uma pessoa em um elevador em movimento não pode, em princípio, decidir se a força que atua sobre ela é causada pela gravidade ou pela aceleração constante do elevador. A Teoria da Relatividade Geral completa não foi publicada até 1916. Nesta teoria, as interações de corpos que até então haviam sido atribuídas às forças gravitacionais, são explicadas como a influência dos corpos sobre a geometria do espaço-tempo (espaço quadridimensional, uma abstração matemática, tendo as três dimensões do espaço Euclideano e o tempo como a quarta dimensão).

Baseado em sua Teoria da Relatividade Geral, Einstein explicou as previamente inexplicáveis variações no movimento orbital dos planetas, e previu a inclinação da luz de estrelas na vizinhança de um corpo maciço, como o Sol. A confirmação deste último fenômeno durante um eclipse em 1919 tornou-se um grande evento, tornando Einstein famoso no mundo inteiro. Pelo resto de sua vida, Einstein devotou tempo considerável para generalizar ainda mais esta Teoria. Seu último esforço, a Teoria do Campo Unificado, que não foi inteiramente um sucesso, foi uma tentativa de compreender todas as interações físicas - incluíndo as interações eletromagnéticas e as interações forte e fraca - em termos da modificação da geometria do espaço-tempo entre as entidades interagentes.
Entre 1915 e 1930 a grande preocupação da Física estava no desenvolvimento de uma nova concepção do caráter fundamental da matéria, conhecida como Teoria Quântica. Esta teoria continha a característica da dualidade partícula-onda (a luz exibe propriedades de partícula, assim como de onda), assim como o Princípio da Incerteza, que estabelece que a precisão nos processos de medidas é limitada. Einstein, entretanto, não aceitaria tais noções e criticou seu desenvolvimento até o final da sua vida. Disse Einstein uma vez: "Deus não joga dados com o mundo".
Durante a I Guerra Mundial, com cidadania suíça, ele trabalhou na generalização de sua teoria para os sistemas acelerados. Elaborou então, uma nova teoria da gravitação em que a clássica teoria de Newton assume papel particular. Einstein, com o passar dos anos, continua a não aceitar completamente diversas teorias. Por exemplo, Einstein não aceitava o princípio de Heisenberg que o universo estivesse abandonado ao acaso.

"Deus pode ser perspicaz, mas não é malicioso.", disse ele sobre este princípio que destruía o determinismo que estava ancorada a ciência desde a Grécia Antiga.

O Nobel

Einstein, o Cidadão do Mundo Após 1919, Einstein tornou-se internacionalmente reconhecido. Ganhou o Prêmio Nobel de Física em 1921 pelo seu estudo do campo fotoelétrico, e não pela teoria da relatividade, ainda controvertida. Sua visita a qualquer parte do mundo tornava-se um evento nacional; fotógrafos e repórteres o seguiam em qualquer lugar.

O Homem Político

Einstein aceitou uma cátedra no Institute for Advance Study, em Princeton, Estados Unidos e, em 1940, adquiriu cidadania americana após o surgimento da II Guerra Mundial, em 1939. Einstein sempre assumiu posições públicas sobre os grandes problemas de sua época, fosse a respeito da existência do Estado de Israel, da União Soviética, da luta contra o nazismo, ou, após a II Guerra Mundial, contra a fabricação de armas nucleares. Einstein entregou uma carta ao presidente americano advertindo-o da possibilidade de os alemães fabricarem sua própria bomba, no entanto, a carta levou os EUA a fabricarem a sua. Num último apelo, Einstein escreveu ao presidente Theodore Roosevelt, que morreu sem ao menos ler a carta. Truman, seu sucessor, ignorou-a e lançou a bomba atômica em Hiroshima e, três dias depois, em Nagasaki, no Japão. Em 1922, Einstein tornou-se membro do Comitê de Cooperação Intelectual da Liga das Nações. Em 1925, juntamente com o líder dos direitos civis indianos Mahatma Gandhi, trabalhou numa campanha pela abolição do serviço militar obrigatório. E, em 1930, Einstein colocou novamente seu nome em outro importante manifesto internacional, desta vez organizado pela Liga Internacional da Mulher pela Paz e Liberdade. Pedia o desarmamento internacional como sendo a melhor maneira de assegurar uma contínua paz. Envolveu-se ainda em várias causas sociais.

Em 1925, Albert Einstein veio ao Brasil. Esteve no Rio de Janeiro, em visita a instituições científicas e culturais. Proferiu duas conferências: na Academia Brasileira de Ciências e no Instituto de Engenharia do Rio de Janeiro. Quando Adolf Hitler começou seu governo na Alemanha, Einstein decidiu deixar a Alemanha imediatamente. Foi para os Estados Unidos e ocupou uma posição no Instituto para Estudos Avançados em Princeton, New Jersey.
Quando a morte de Einstein foi anunciada em 1955, a notícia apareceu nas primeiras páginas dos jornais de todo o mundo: "Morreu um dos maiores homens do século 20".

André Marie Ampère foi um matemático e físico francês. Nasceu em 1775 e morreu em 1836. Sua vida foi marcada por um grande brilho no campo dos conhecimentos. Aos 12 anos, já estava familiarizado com Matemática avançada. Ele viveria, contudo, grandes dissabores familiares: com 18 anos, no período da Revolução Francesa, seu pai foi guilhotinado durante uma sublevação na cidade de Lyon; com menos de 30 anos, perdeu a esposa, com quem estava casado havia pouco tempo. Foi professor de Física e Química, tornando-se depois professor de Matemática em Paris.

Em 1820, o dinamarquês Oesterd apresentou nessa cidade, na Academia Francesa de Ciências, sua descoberta: uma agulha imantada sofria desvio na vizinhança de um condutor metálico percorrido por corrente elétrica. Isso provocou enorme interesse entre os pesquisadores franceses, que se apressaram a investigar mais sobre o assunto. Um dos mais entusiasmados nessa tarefa era Ampère. De fato, apenas uma semana após aquela apresentação ele já conseguia representar, de maneira prática, o fenômeno do desvio da agulha. É o que hoje conecemos como regra de mão direita.

Até então, os fenômenos magnéticos só podiam ser observados com auxílio de materiais magnetizados, como ímãs ou limalha de ferro. Ampère, porém, descobriu outra maneira de mostrar a atração ou repulsão provocada por um fio percorrido por corrente. Para tanto, instalou outro fio eletrificado paralelamente ao primeiro. Quando a corrente percorria ambos no mesmo sentido, eles se atraíam, repelindo-se caso o sentido de uma delas fosse invertido. Ele também pesquisou o magnetismo provocado por uma corrente que percorre um fio disposto em círculo. Concluiu teoricamente que, se o fio estivesse enrolado em espiral, o resultado seria o mesmo produzido por uma barra imantada.

Podemos dizer que suas experiências abriram um novo terreno no estudo dos fenômenos elétricos: o da eletricidade em movimento, ou Eletrodinâmica. Seu trabalho é importante porque não se compõe apenas de descobertas e experimentos, mas porque ali os fenômenos elétricos e magnéticos são também descritos matematicamente. Em 1823, Ampère chegou a afirmar que as propriedades de um ímã eram causados por corrente elétricas diminutas, que circulavam em seu interior. Isso ocorreu mais de setenta anos antes que se conhecessem as partículas elétricas que se movimentam nos átomos, as quais, de fato, são responsáveis pelos campos magnéticos.

Bibliografia: Aprendendo Física, Editora Scipione.


Aristóteles nasceu em Estagira, uma cidade da Macedônia, cerca de 320 quilômetros ao norte de Atenas no ano 384 a.C. e morreu no ano 322 a.C. Foi matemático, escritor, filósofo e biólogo. Autor do mais antigo conjunto de trabalhos científicos que resistiu fisicamente até nosso tempo e, também, considerado o homem mais erudito de todos os tempos. Filho de um físico amigo de Amyntas, rei macedônico e avô de Alexandre, inicialmente praticou medicina em Estagira antes de ir para Atenas, onde passou a estudar filosofia durante vinte anos como discípulo de Platão.

Chegou a Atenas (367 a.C.) e, com a morte do mestre Platão, instalou-se em Asso, na Eólida, e depois em Lesbos, até ser chamado à corte de Filipe da Macedônia para encarregar-se da educação de seu filho ( 343 a. C.), que passaria à história como Alexandre o Grande que na época tinha treze anos de idade.

Voltou a Atenas ( 337 a.C.) e, durante 13 anos seguintes, dedicou-se ao ensino e à elaboração da maior parte de suas obras. Infelizmente perderam-se todos os originais das obras publicadas por ele, com exceção da Constituição de Atenas, descoberta no fim do século XIX (1890). As obras conhecidas resultaram de notas para cursos e conferências do filósofo, ordenadas de início por alguns discípulos e depois, de forma mais sistemática, por Adronico de Rodes. Fundador, juntamente com Teofrasto e outros, do Liceu Aristotélico ( 334 a. C.), Escola Peripatética de Atenas, onde se ensinava a quase totalidade das ciências, notadamente biologia e ciências naturais.

Embora a Matemática não fosse uma matéria prioritária de ensino no Liceu, promoveu discussões sobre o infinito potencial e a atual aritmética e geometria e escreveu sobre retas indivisíveis, onde questionava a doutrina dos indivisíveis defendida por Xenócrates, um sucessor de Platão na Academia.

Se tornou o criador das doutrinas do aristotelismo, publicadas em oito volumes com escritos sobre física, matemática, biologia, metafísica, psicologia, política, lógica e ética, uma volumosa obra especulativa e não Matemática por excelência. Além deste tratado escreveu centenas de trabalhos (para alguns historiadores, mais de mil), sobre lógica (Categorias, Tópicos, Analítica, Proposições, etc.), trabalhos científicos (A física, Sobre o céu, Sobre a alma, Meteorologia, História natural, As partes dos animais, A geração dos animais, etc), sobre estética (Retórica e Poética) e por último os estritamente filosóficos (Ética, Política e Metafísica). Elaborou os primeiros argumentos sobre a teoria ondulatória de propagação da luz, que muito tempo depois prosseguiria com Da Vince e Galileu.

Com a morte repentina de Alexandre, tornou-se impopular em virtude de sua ligação com conquistador morto. Tratado então como estrangeiro, deixou Atenas fugindo para Calsis, onde morreu no ano seguinte.


Bhaskara viveu de 1114 a 1185 aproximadamente, na India.

Nascido numa tradicional família de astrólogos indianos, seguiu a tradição profissional da família, porém com uma orientação científica, dedicando-se mais à parte matemática e astronômica ( tais como o cálculo do dia e hora da ocorrência de eclipses ou das posições e conjunções dos planetas ) que dá sustentação à Astrologia.
Seus méritos foram logo reconhecidos e muito cedo atingiu o posto de diretor do Observatório de Ujjain, o maior centro de pesquisas matemáticas e astronômicas da India, na época.

Seu livro mais famoso é o Lilavati, um livro bem elementar e dedicado a problemas simples de Aritmética, Geometria Plana (medidas e trigonometria elementar ) e Combinatória. A palavra Lilavati é um nome próprio de mulher (a tradução é Graciosa), e a razão de ter dado esse título a seu livro é porque, provavelmente, teria desejado fazer um trocadilho comparando a elegância de uma mulher da nobreza com a elegância dos métodos da Aritmética. Numa tradução turca desse livro, 400 anos depois, foi inventada a história de que o livro seria uma homenagem à filha que não pode se casar. Justamente essa invenção é que tornou-o famoso entre as pessoas de pouco conhecimento de Matemática e de História da Matemática. Parece, também, que os professores estão muito dispostos a aceitarem estórias românticas em uma área tão abstrata e difícil como a Matemática; isso parece humanizá-la mais.


Ele escreveu dois livros matematicamente importantes e devido a isso tornou-se o matemático mais famoso de sua época. Esses livros são:

Equações INDETERMINADAS ou diofantinas:
chamamos assim às equações (polinomiais e de coeficientes inteiros) com infinitas soluções inteiras, como é o caso de:

  • y - x = 1 que aceita todos os x = a e y = a + 1 como soluções , qualquer que seja o valor de a
  • a famosa equação de Pell x2 = N y2 + 1
    Bhaskara foi o primeiro a ter sucesso na resolução dessa equação, para isso introduzindo o método do chakravala (ou pulverizador).

Mas, e a fórmula de Bhaskara ?

  • EXEMPLO:
    para resolver as equações quadráticas da forma ax2 + bx = c, os indianos usavam a seguinte regra:
    "multiplique ambos os membros da equação pelo número que vale quatro vezes o coeficiente do quadrado e some a eles um número igual ao quadrado do coeficiente original da incógnita. A solução desejada é a raiz quadrada disso."

É também muito importante observar que a falta de uma notação algébrica, bem como o uso de métodos geométricos para deduzir as regras, faziam os matemáticos da Era das Regras terem de usar varias regras para resolver equações do segundo grau. Por exemplo, precisavam de regras diferentes para resolver x2 = px + q ex2 + px = q. Foi só na Era das Fórmulas que iniciaram as tentativas de dar um procedimento único para resolver todas as equações de um grau dado.

Bhaskara conhecia a regra acima, porém, a regra não foi descoberta por ele. A regra já era do conhecimento de, no mínimo, o matemático Sridara, que viveu há mais de 100 anos antes de Bhaskara.

Resumindo o envolvimento de Bhaskara com equações do segundo grau

  • Quanto a equações DETERMINADAS do segundo grau:
    No Lilavati, Bhaskara não trata de equações quadráticas determinadas e o que ele faz sobre isso no Bijaganita é mera cópia do que já tinham escrito outros matemáticos.
  • Quanto a equações INDETERMINADAS do segundo grau:
    Aí ele realmente fez grandes contribuições e essas estão expostas no Bijaganita. Pode-se dizer que essas contribuições, principalmente a invenção do método iterativo do chakravala e sua modificação do clássico método kuttaka correspondem ao ápice da matemática indiana clássica, podendo-se acrescentar que é somente com Euler e Lagrange que voltaremos a encontrar desenvoltura técnica e fertilidade de idéias de porte comparáveis.

Bibliografia: Informações do site da UFRGS.


Blaise Pascal foi um Filósofo e Matemático francês, nasceu em Clermont em 1623 e morreu em 1662 na cidade de Paris. Era filho de Etienne Pascal, também Matemático. Em 1632, toda a família foi viver em Paris.

O pai de Pascal, que tinha uma concepção educacional pouco ortodoxa, decidiu que seria ele próprio a ensinar os filhos e que Pascal não estudaria Matemática antes dos 15 anos, pelo que mandou remover de casa todos os livros e textos matemáticos. Contudo, movido pela curiosidade, Pascal começou a trabalhar em Geometria a partir dos 12 anos, chegando mesmo a descobrir, por si, que a soma dos ângulos de um triângulo é igual a dois ângulos retos. Então o seu pai resignou-se e ofereceu a Pascal uma cópia do livro de Euclides.

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Aos 14 anos, Pascal começou a acompanhar o seu pai nas reuniões de Mersenne, onde se encontravam muitas personalidades importantes. Aos 16 anos, numa das reuniões, Pascal apresentou uma única folha de papel que continha vários teoremas de Geometria Projetiva, incluindo o hoje conhecido como "Hexagrama místico" em que demonstra que "se um hexágono estiver inscrito numa cônica, então as intersecções de cada um dos 3 pares de lados opostos são colineares". Em Fevereiro de 1640 foi publicado este seu trabalho – "Ensaio sobre secções cônicas", no qual trabalhou durante 3 anos

Em 1639 a família de Pascal deixou Paris e mudou-se para Rouen, onde o seu pai tinha sido nomeado coletor de impostos da Normandia Superior.

Aos dezoito anos e com o objetivo de ajudar o pai na tarefa de cobrar impostos, Pascal inventou a primeira máquina digital, chamada Pascalinne para levar a cabo o processo de adição e subtração, e posteriormente organizou a produção e comercialização destas máquinas de calcular (que se assemelhava a uma calculadora mecânica dos anos 40). Pelo menos sete destes «computadores» ainda existem; uma foi apresentada à rainha Cristina da Suécia em 1652.

Quando o seu pai morreu em 1651, Pascal escreveu a uma das suas irmãs uma carta sobre a morte com um profundo significado cristão em geral e em particular sobre a morte do pai. Estas suas ideias religiosas foram a base para a sua grande obra filosófica "Pensées" que constitui um conjunto de reflexões pessoais acerca do sofrimento humano e da fé em Deus.

Em Física destacou-se pelo seu trabalho "Tratado sobre o equilíbrio dos líquidos" relacionado com a pressão dos fluídos e hidráulica. O princípio de Pascal diz que a pressão em qualquer ponto de um fluido é a mesma, de forma a que a pressão aplicada num ponto é transmitida a todo o volume do contentor. Este é o princípio do macaco e do martelo hidráulicos.

Pascal estudou e demonstrou no trabalho do "Triângulo aritmético", publicado em 1654, diversas propriedades do triângulo e aplicou-as no estudo das probabilidades. Antes de Pascal, já Tartaglia usara o triângulo nos seus trabalhos e, muito antes, os matemáticos árabes e chineses já o utilizavam. Este famoso triângulo que se pode continuar indefinidamente aumentando o número de linhas, é conhecido comoTriângulo de Pascal ou Triângulo de Tartaglia. Trata-se de um arranjo triangular de números em que cada número é igual à soma do par de números acima de si. O triângulo de Pascal apresenta inúmeras propriedades e relações, por exemplo, "as somas dos números dispostos ao longo das diagonais do triângulo geram a Sucessão de Fibonacci.

Em correspondência com Fermat, durante o Verão de 1654, Pascal estabeleceu os fundamentos da Teoria das Probabilidades. O seu último trabalho foi sobre a Ciclóide a curva traçada por um ponto da circunferência que gira, sem escorregar, ao longo de uma linha reta. Durante esse ano desinteressou-se pela ciência; passou os últimos anos da vida a praticar caridade e decidiu dedicar-se a Deus e à religião. Faleceu com 39 anos devido a um tumor maligno que tinha no estômago se ter estendido ao cérebro.


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Em tempos muito remotos, um jovem, resolvendo ser espirituoso, perguntou a seu mestre qual o lucro que poderia lhe advir do estudo da geometria.
Idéia infeliz: o mestre era o grande matemático grego Euclides, para quem geometria era coisa muito séria. E a sua resposta à ousadia foi arrasadora: chamando um escravo, passou-lhe algumas moedas e mandou que as entregasse ao aluno que a partir daquele momento deixou de ser aluno de Euclides.
Esse rapaz - é preciso dizê-lo - não foi o único a sofrer nas mãos de Euclides por causa da geometria. Além dele, muita gente passou maus bocados com o grande grego, inclusive o próprio faraó do Egito. Os problemas de Ptolomeu I surgiram no dia em que pediu a Euclides que adotasse um método mais fácil para ensinar-lhe geometria e recebeu a lacônica resposta: "não existem estradas reais para se chegar à geometria".


Alexandria, capital da Geometria

Muito antes de Euclides, a geometria já era assunto corrente no Egito. Agrimensores usavam-na para medir terrenos, construtores recorriam a ela para projetar suas pirâmides e com ela se infernizava a juventude, no momento de aprender a manejar a constante Pi - dor de cabeça séria também para os estudantes daquela época. Tão famosa era a geometria egípcia, que matemáticos gregos de nome, como Tales de Mileto e Pitágoras, se abalavam de sua terra para ir ao Egito ver o que havia de novo em matéria de ângulos e linhas. Foi com Euclides, entretanto, que a geometria do Egito se tornou realmente formidável, fazendo de Alexandria o grande centro mundial do compasso e do esquadro, por volta do século III a.C.
Tudo começou com os "Elementos", um livro de 13 volumes, no qual Euclides reuniu tudo que se sabia sobre matemática em seu tempo - aritmética, geometria plana, teoria das proporções e geometria sólida. Sistematizando a grande massa de conhecimentos que os egípcios haviam adquirido desordenadamente através do tempo, o matemático grego deu ordem lógica e esmiuçou a fundo as propriedades das figuras geométricas, das áreas e volumes, e estabeleceu o conceito de lugar geométrico. Depois, para completar, enunciou o famoso "Postulado das Paralelas", que afirma: "Se uma reta, interceptando duas outras, forma ângulos internos do mesmo lado, menores que dois retos, estas outras, prolongando-se ao infinito, encontrar-se-ão no lado onde os ângulos sejam menores do que dois retos."

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As geometrias dissidentes

Para Euclides, a geometria era uma ciência dedutiva que operava a partir de certas hipóteses básicas - os "axiomas". Estes eram considerados óbvios e, portanto, de explicação desnecessária. O "Postulado das Paralelas", por exemplo, era um axioma - não havia porque discuti-lo. Acontece, porém, que no século XIX os matemáticos resolveram começar a discutir os axiomas. E tantas fizeram que acabaram verificando um fato surpreendente: bastava por de parte o "Postulado das Paralelas" - a viga mestra do sistema euclidiano - para tornar possível o desenvolvimento de novos sistemas geométricos. O matemático Lobatchevsky foi o primeiro a declarar sua independência, criando a sua própria teoria. Um outro mestre da geometria, Riemann, seguiu o exemplo e criou um sistema diferente.
Essas novas concepções, que se tornaram conhecidas pelo nome de "teorias não-euclidianas", permitiram às ciências exatas do século XX uma série de avanços, entre os quais a elaboração da Teoria da Relatividade de Einstein, o que veio provar que essas teorias, ao contrário do que muitos afirmavam, tinham realmente aplicações práticas.

Além de matemática, óptica e acústica

A Teoria da Relatividade, estabelecendo que o Universo é finito, eliminou a velha noção euclidiana do mundo sem fim. E o progresso contínuo da matemática moderna pouco a pouco foi modificando os conceitos do mestre de Alexandria.
Vivemos em novos tempos, é bom que haja idéias novas. Mas não se pode deixar de sentir respeito pelo talento admirável do velho Euclides, que, enquanto criava seu prodigioso sistema matemático, ainda achava tempo para estudar óptica e escrever extensamente a respeito; para estudar acústica e desenvolver brilhantemente o tema, principalmente na parte que se refere a consonâncias e dissonâncias. Os escritos que deixou sobre esse assunto podem ser considerados como um dos primeiros tratados conhecidos sobre Harmonia Musical. Além disso, convém não esquecer que, para o homem chegar à conclusão de que o Universo tem fim, teve que se utilizar durante dois milênios da matemática criada por Euclides - homem que acreditava no infinito.


Concelho de Viviane Mosè para arracancar poemas presos:

você pode arrancar poemas com pinças
buchas vegetais. oleos medicinais
com as pontas dos dedos. com as unhas
com banhos de imersão
com o pente. com agulhas
com pomada basilicão
alicate de cuticulas
massagens e hidratação


mas não use bisturi nunca
em caso de poemas dificeis use a dança.
a dança é uma forma de amolecer os poemas
endurecido do corpo.
uma forma de solta-los
das dobras dos dedos dos pés.das vertebras.
dos punhos.das axilas. do quadril.

são os poemas cocix.os poemas.
os poemas olho. os poemas peito.
os poemas sexo. os poemas cilio.
ultimamente ando gostando do pesamento chão
pensamento chão é poema que nasce no pé
é poema de pé no chão
poema de pé no chão é poema de gente normal
de gente simples




gente de espiríto santo

eu sou do espírito santo

traga a vitoria do espírito santo



santo é um espríto capas operar milagres sobre si mesmo




leia mais Viviane mosé

pensamento chão

Nietzsche e a grande politica da linguagen

Toda palavra

Desato

Beleza,feirua e psicanalise

Reino dos bichos e do animais e o meu nome

filosofia poesia pensamento viviane......

É capixaba e vive no Rio desde 1992. É psicóloga e psicanalista, especialista em “Elaboração e implementação de políticas públicas” pela Universidade Federal do Espírito Santo. Mestra e doutora em filosofia pelo Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro. É autora do livro Stela do Patrocínio -Reino dos bichos e dos animais é o meu nome, publicado pela Azougue Editorial e indicado ao prêmio Jabuti de 2002, na categoria psicologia e educação. Organizou, junto com Chaim Katz e Daniel Kupermam o livro Beleza, feiúra e psicanálise (Contracapa, 2004). Participou da coletânea de artigos filosóficos, Assim Falou Nietzsche (Sette Letras, UFOP, 1999). Publicou em 2005, sua tese de doutorado, Nietzsche e a grande política da linguagem, pela editora Civilização Brasileira. Escreveu e apresentou, em 2005 e 2006, o quadro Ser ou não ser, no Fantástisco, onde trazia temas de filosofia para uma linguagem cotidiana.

Como poeta, publicou seu primeiro livro individual em Vitória, ES, Escritos, (Ímã e UFES, 1990). Publicou, no Rio, Toda Palavra, (1997), e Pensamento Chão ( 2001), ambos reeditados pela Record em 2006 e 2007. E Desato (Record, 2006). Participou em 1999 do livro Imagem Escrita (Graal, 1999), coletânea de artistas plásticos e poetas, em parceria com o artista plástico Daniel Senise. Seus poemas foram tema da Coleção Palavra, de estilistas de Oestudio Costura, que desfilou no Fashion Rio de 2003. É autora dos textos poéticos da personagem Camila no filme Nome Próprio de Murilo Salles, (2008). Tem alguns de seus poemas musicados, é parceira da cantora Mart’nália em duas músicas, “Contradição” e “Você não me balança mais”, que foram gravadas por ela e por Emílio Santiago, em seu último disco.
Participou de diversos eventos de poesia como a Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, Feira do Livro de Fortaleza, Feira do Livro de Porto Alegre, Festival de Inverno de Ouro Preto, Festival de Teatro de São José do Rio Preto, Rio Cena Contemporânea, Festival Carioca de Poesia, Bienal Internacional de poesia de Brasília, entre outros.



...Quando Helena se afogou no rio disseram que foi instantanio eu não entendi, mas agora entendo...
...não escrevo desde o ano passado se bem que o ano passou...
...amarelo marilia amor amarelo na relva...
...tudo que escrevo desfio destas tardes...
...pessoas as vezes explodem em tumores..
...o estado de represa...

"quem tem olhos para ver o tempo soprando sulcos na pele
soprando sulcos na pele soprando sulcos?
o tempo andou riscando a minha pele
como uma navalha fina
sem raiva nem rancor
o tempo riscou meu rosto com calma
( eu parei de lutar contra o tempo
ando exercendo instantes
acho que ganhei presença)"


lei mais, ouça mais VIVIANE MOSÉ





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usando as roupas confeccionadas com tecido tratado com a
cerâmica refletora de infravermelho longo.


As ondas de calor do corpo são refletidas e
transformadas em infravermelho longo, semelhante
às que o sol emite no início das manhãs e finais de tardes.

É o tratamento do tecido com a cerâmica refletora de
infravermelho longo que estimula o metabolismo celular
e a micro circulação local.


A linha de vestuário da Colter é confeccionada com
fios texturizados a ar, contendo poliamida e elastano,
possibilitando um equilíbrio entre a
retenção de água e sua evaporação.


São vários modelos e todos muito confortáveis, e auxiliam
na diminuição da celulite, dores musculares, cólicas e muitos outros benefícios para mulheres e também homens.

Utilizando Forms

Utilizando Forms

Ao final deste capítulo, você estará apto a :

·       Adicionar um form do template ao projeto

·       Gravar um form como um template

·       Definir a ordem de tab

·       Adicionar um menu ao form

 

 

Utilizando Forms

Overview   

No Delphi forms são pontos focais da aplicação que  você está desenvolvendo.Um form em branco é bem  parecido com uma tela de pintura onde você pode  adicionar componente, desenvolvendo a interface de usuário. Este capítulo cobre tópicos como a utilização de templates de forms, quadros de dialogo e menus.

 

Utilizando um Template de Form

 

Introdução  

Quando estiver construindo a interface de usuário de sua aplicação, você pode acelerar o desenvolvimento através da seleção de diversos templates de forms fornecidos com o Delphi. Um template é um form predefinido. Os templates incluídos com o Delphi fornecem um modelo para forms utilizados com maior freqüência, por exemplo, um quadro de dialogo padrão o um quadro Sobre que fornece informações sobre  uma aplicação. Os templates de form disponíveis são exibidos na Forms Gallery.

 

Adicionando um  Template de Form a um Projeto

Para utilizar os templates na Forms Gallery, habilite a opção Gallery no quadro de dialogo Environment Options. Para acessar este quadro, no menu Options,  selecione Environment e depois a página Preferência. Quando a opção Use on New Project estiver habilitada, o quadro de dialogo Forms Gallery aparece quando você selecionar New Form no menu File

Passos para  Adicionar um Template a um Projeto

Para adicionar um template de form ao projeto,  primeiro você deve ter um projeto aberto. Uma vez aberto o projeto, execute os passos a seguir para  adicionar um template ao projeto:

 

Passo

Ação

1

No menu File, selecione   New Form. O quadro de dialogo Browse Gallery aparece.

2

Na página Template, selecione o template apropriado.

3

De um clique em OK.

Uma cópia do form e arquivos unit associados são  adicionados ao seu project.

 

Tutorial: Adicionando um Quadro Sobre...

Introdução  

Neste Tutoria, você utilizará a Forms Gallery para adicionar um template de form ao seu projeto. A                          Forms Gallery contém diversos templates de form para os tipos mais comuns. Um template utilizado                          na maioria das aplicações é o quadro Sobre... O quadro Sobre... é uma característica padrão que os                          desenvolvedores adicionam a maioria dos programas Windows.

 

Estágios do  Tutorial   

Este tutorial envolve os seguintes estágios:

 

Estágio

Processo

1

Adicione um form Sobre...utilizando o template About.

2

Modificar o design do form.

3

Exibir o form Sobre...

 

Os templates de form efetuam o primeiro estágio e  parte do segundo por você.

 

 

Passos para o Estágio 1

Execute os passos a seguir para adicionar um quadro Sobre utilizando o template de form AboutBox.

 

Passo

Ação

1

Abra um novo projeto e grave o arquivo de unit como UABOUT.PAS é o arquivo de projeto como  PABOUT.DPR.

2

No menu File, selecione New Form.

O quadro de dialogo Browse Gallery aparece.

Se a Browse Gallery não aparecer, você seleciona no menu Options, Environment. Localize a página Preference, e no grupo Gallery, habilite Use on New Form.

3

Selecione o template About Box na Gallery, e de clique  em OK.

Uma nova unit é um novo form são adicionados ao projeto.

 

Passos para o  Estágio 2

Execute os passos a seguir para modificar o  design do form AboutBox:

 

Passo

 

1

Utilize os valores a seguir para a propriedade  Caption dos componentes Label no Object Inspector.

 

 

Componente

Propriedade

Valor

ProductName

Caption

Exemplo de Quadro Sobre a Aplicação

Version

Caption

Versão 1.0

CopyRight

Caption

Copyright 1996

Comments

Caption

Tutorial de Quadro Sobre Aplicação

 

Passos para o Estágio 3

Para exibir o form, o primeiro passo é adicionar o identificador da unit do quadro Sobre... à cláusula                          uses da unit que irá exibir o quadro. Depois, utilize o método ShowModal ou Show em um event                          handler para exibir o form.

 

Passo

Ação

1

Adicione o identificador da Unit, Unit2, a cláusula uses da unit about, como mostrado na figura a seguir:

 


 

Passo

Ação

2

Adicione um botão ao form principal (Form1). Rotule este botão, como Sobre como na figura a seguir.

 

Passo

Ação

3

Crie um event handler para o evento OnClick do botão Sobre.

4

No event handler, digite a seguinte instrução:  AboutBox.ShowModal;  O event handler parecera com o seguinte:

 


 

 

Passo

Ação

3

Compile e grave sua aplicação

4

Execute e teste a aplicação

Gravando um Form como Template

Introdução 

Você pode gravar um form feito por você como um template. Estes templates estão disponíveis para                          serem utilizados em outros projetos. Gravar um form como um template insere o form no quadro de dialogo  Browse Gallery. Para gravar um form como template, utilize o SpeedMenu do form e selecione Save As  template. De um nome, descrição e icone ao novo template.  Se você quiser especificar um icone para o template,  você pode selecionar um bitmap existente ou criar um próprio.

 

 

Passos para  Gravar um Form como um Template

Execute os passos a seguir para gravar um form como um  template:

 

Passo

Ação

1

Dê um clique com o botão direito do mouse sobre o  form para acessar o SpeedMenu.

2

Selecione Save As Template. 

O quadro de dialogo Save Form Template aparece, como segue:

3

No campo Title, digite um nome para o novo template.

4

No campo Description, digite uma descrição  significativa do template.

5

Para associar um icone ao template, de um clique no botão Browse.

6

Localize e selecione o bitmap para associa-lo ao template, e de um clique no OK.

7

No quadro de dialogo Save As Form Template, de um clique em OK para gravar a informação e saia.

 


Criando Quadros de Dialogo

Introdução    

O Delphi permite criar um número ilimitado de quadros de dialogo, do mais simples ao mais complexo. Este tópico cobre a criação de quadros de dialogo simples, tais como quadros de mensagem e de entrada de dados, bem como criar um quadro de dialogo com um form em branco.

 

Quadro de  Mensagem 

Um quadro de mensagem é uma janela que exibe text.  Você pode utilizá-la para:

 

·       Exibir informação

·       Exibir uma mensagem de erro ou aviso

·       Solicitar a confirmação de uma ação

 

Por exemplo, se o usuário tentar a aplicação antes de gravá-la, um quadro de mensagem deveria aparecer solicitando informando o usuário que os dados devem  ser gravados antes de fechar. Para que a aplicação continue, o usuário deve remover o quadro de mensagem da tela  manualmente,  geralmente com o clique de um botão.

Para exibir um quadro de mensagem simples, utilize a  função MessageDlg. O exemplo a seguir mostra a                          sintaxe da função:

 

Function MessageDlg (const Msg: String; AType: TMsgDlgType;

  AButtons: TMsgDlgButtons; HelpCtx: LongInt ): Word;

 

Explicação dos  Parâmetros de MesageDlg

A tabela a seguir explica os parâmetros utilizados na sintaxe da função MessageDlg:

 

 

Parâmetro

Explicação

Msg

A mensagem que você quer exibir (uma constante string)

AType

Determina o tipo de quadro de mensagem que ira aparecer. Os valores possíveis são:

·       mtWarning

Exibe um quadro de mensagem com um ponto de exclamação em amarelo(!)

·       mtError

Exibe um quadro de mensagem com uma não vermelha

·       mtInformation

Exibe um quadro de mensagem com um símbolo de informação em azul (i)

·       mtConfirmation

Exibe um quadro de dialogo com um ponto de  interrogação em verde (?)

AButtons

Determina quais botões aparecerão no quadro de  mensagem. AButtons é do tipo TMsgDlgBtns que é um tipo set. Você pode  incluir diversos botões dentro do set. O set pode incluir os seguintes valores:

·       mbYes

Exibe um botão com um check mark em verde e o caption Yes

·       mbNo

Exibe um botão com um circulo e uma barra por dentro, em vermelho  e o caption No

·       mbOK

Exibe um botão com um check mark em verde e o caption OK

·       mbCancel

Exibe um botão com um X em vermelho e o caption Cancel

·       mbHelp

Exibe um botão com um ponto de interrogação e o  caption Help

·       mbYesNoCancel

Exibe um conjunto que inclui os botões Yes,No, Cancel

·       mbOKCancel

Exibe um conjunto que inclui os botões OK e Cancel

HelpCtx

Determina qual tela de Help está disponível para  o quadro de mensagem. Um número de contexto para um Help sensível ao contexto.

 

Valores de  Retorno  de MessageDlg

Os valores de retorno para a função MessageDlg indicam o tipo de botões clicados pelo usuário.  O valor de retorno pode ser um dos seguintes:

·       mrNone

·       mrOK

·       mrCancel

·       mrAbort

·       mrRetry

·       mrIgnore

·       mrYes

·       mrNo

·       mrAll

Exemplos de Código Utilizando MessageDlg

O código de exemplo a seguir ilustra o uso da função  MessageDlg:

Res := MessageDlg( ‘ Sair da Aplicação ??’ , mtConfirmation, [ mbOk, mbCancel ], 0 );

If Res = mbOk Then

    Close;

Quadros Simples  de Entrada de Dados

Um quadro simples de entrada de dados requer uma linha de informação do usuário. Um exemplo de um destes quadros é um que solicite uma senha.  Para exibir um quadro de entrada de dados, utilize as funções InputBox ou InputQuery. A sintaxe para cada função aparece, como segue:

function InputBox(const ACaption, APrompt,ADfault: string): string;

function InputQuery(const Acaption, Aprompt: string; var Value: string): Boolean;

Explicação dos  Parâmetros de InputBox e InputQuery         

A tabela a seguir explica os parâmetros das funções InputBox e InputQuery:

 

Parâmetros

Explicação

ACaption

Determina o caption do quadro de diálogo

APrompt

Deternima o texto de solicitação ao usuário

ADefault

Determina a string exibida quando o quadro aparecer

Value

Determina a string exibida quando o quadro aparecer,  contém a string digitada pelo usuário quando OK for clicado. Utilizado por InputQuery.

 

 

 

Valores de Retorno  de InputBox

A função InputBox exibe um quadro de entrada e aguarda que o usuário digite um valor. O valor de retorno de InputBox é uma string.  Utilize a função InputBox quando não importa se o usuário escolher entre o botão OK ou Cancelar para deixar o quadro de dialogo.  A função InputQuery exibe um quadro de entrada e  aguarda que o usuário digite um valor. InputQuery retorna True se o usuário escolher OK e False se  escolher Cancelar.

 

 

Forms MDI e SDI    

Uma aplicação Multiple Document Interface (MDI)  é uma aplicação com uma interface de janela principal, ou  janela pai, que permite a abertura de diversos documentos, ou janelas filhas.

Uma aplicação Single Document Interface (SDI) pode processar mais de um documento dentro de uma janela pai.

Você pode implementar qualquer um de seus forms como MDI ou SDI. Embora você possa criar um form MDI ou SDI alterando a propriedade FormStyle de um form existente, é mais provável que você crie um form MDI ou SDI utilizando  a Gallery.

Propriedades dos  Quadros de Diálogo     

Quando você cria um form no Delphi, ele possui as seguintes características:

·       Botões de Maximizar e Minimizar

·       Menu de Controle

·       Borda de Reajuste

 

Estas características são úteis para quadros de dialogo não-modais, mas desnecessárias para quadros                           modais. Um quadro de dialogo não-modal é um quadro  de onde o usuário pode remover o foco sem fecha-lo.                           Um quadro de dialogo modal requer que o usuário feche o quadro antes de continuar o trabalho na                           aplicação. Você pode definir a propriedade BorderStyle para bsDialog. Esta definição possui as seguintes

características:

·       Remover os botões de Maximizar e Minimizar

·       Fornecer um menu Controle com as opções Mover e  Fechar

·       Tornar a borda do form não-reajustavel com aparência tridimensiaonal

 

 

Adicionando  Botões de Comando

Se seu quadro de diálogo será utilizado em estado  modal, você deve oferecer botões de comando dentro do quadro. Por exemplo, você deve oferecer um botão Sair que permite que o usuário saia do quadro de dialogo. Os botões de comando mais comuns incluem os seguintes:

·       Um botão Cancelar ou Não que saia do quadro de dialogo sem gravar as alterações

·       Um botão OK ou Sim que grave as alterações e  depois saia do quadro de dialogo

·       Um botão que tenha o foco por default para que o usuário possa pressionar a tecla Enter para aceitar o botão default

 

Você pode utilizar o componente BitBtn da página  Additional para criar vários destes botões de comando. O componente BitBtn permite que você utilize os bitmaps padrões da Borland, tais como um check  mark em verde () para um botão OK. Você pode selecionar o bitmap e caption padrão que aparecem no botão definindo a propriedade Kind.

 

Definindo a Ordem  de Tab  

Em uma aplicação sendo executada, a ordem de Tab é  a seqüencia no qual o usuário pode mover-se entre os componentes pressionando a tecla Tab. Para  permitir que os usuários utilizem a tecla Tab para mover-se pelos componentes, você deve definir a propriedade TabStop de cada componente para True. Por default, a ordem de Tab é definida de acordo  com a ordem na qual você inseriu os componentes no form. Você pode alterar a ordem de Tab default alterando a propriedade TabOrder do componente no Object Inspector ou utilizar o quadro de dialogo  Edit Tab Order.

 

Passos para  Definir a Ordem de Tab

Execute os passos a seguir para definir a ordem de Tab utilizando o quadro de dialogo Tab Order:

 

Passo

Ação

1

Selecione o form contendo os componentes cuja ordem de tab você queira definir.

2

No menu Edit, selecione Tab Order.

O quadro de dialogo Edit Tab Order aparece, listando os componentes na ordem atual, como no exemplo a  seguir:

3

No campo Controls listed in tab order, selecione o controle (componente).

4

Utilize os botões com as setas para cima e para baixo para reordenar a ordem dos componentes.

Você também pode arrastar os componentes.

5

Quando tiver terminado, de um clique em OK.

 


Definindo o Foco em Quadro de Diálogo Durante o Design     

Em um quadro de dialogo, somente um componente por vez pode ter o foco. O foco pode ser definido durante o design ou durante a execução. Durante o design, você pode definir a propriedade ActiveControl do quadro de dialogo abrir. Se você não  especificar a propriedade ActiveControl, o primeiro componente da ordem de Tab receberá o foco. Entretanto, isto não se aplica nas seguintes situações:

·       O componente está desabilitado

·       O componente não é visível durante a execução

·       A propriedade TabStop do componente está definida para False.

 

Definindo o Foco  em um Quadro de Diálogo Durante a Execução

Durante a execução, o usuário pode alterar o foco dos  componentes automaticamente, utilizando a tecla Tab. Entretanto, você pode querer especificar que o foco seja alterado de campo para campo utilizando as teclas de seta. Você pode utilizar o método SetFocus  para especificar quais componentes recebem o foco. Para alterar o componente ativo durante a execução, digite o seguinte código no event handler apropriado:

 

  .SetFocus;

 

 

    Button2.SetFocus;

 

Criando Menus

Introdução  

Em uma aplicação, os menus oferecem uma maneira dos usuários executarem comandos. O Delphi fornece dois tipos de componentes menu: MainMenu e PopupMenu. Durante o processo de especificação de um menu, você utiliza um recurso dos componentes TMainMenu e TPopupMenu chamado Menu Designer. O Menu Designer permite criar um menu ou adicionar um menu já pronto ao seu form. Você também pode utilizar o Menu Designer para deletar, editar ou reordenar itens do menu.

Quando utilizar o Menu Designer para criar um menu, você pode visualizar seu menu como ele aparecera na

execução sem ter que realmente executá-la.

 

Adicionando  um Menu

Para adicionar um menu a um form, utilize o Menu Designer. O Menu Designer permite definir um menu ou adicionar um menu personalizado ao seu form.

 

Passos para  Adicionar um Menu 

Execute os passos a seguir para adicionar um menu ao seu form durante o design:

 

Passo

Ação

1

Na página Standard da Component Palette, de um duplo-Clique no componente MainMenu ou PopupMenu. O componente é adicionado ao seu form.

2

Dê um duplo-clique no componente menu para abrir o Menu Designer. O Menu Designer e o Object Inspector aparecem, como segue. A propriedade Name no Object Inspector e  selecionada.

 

Passo

Ação

3

Digite o texto para o primeiro item da barra de menus na propriedade Caption do Object Inspector.

4

Pressione Enter.

O primeiro item da barra de menu aparece na barra do form.

5

Para adicionar itens ao menu, digite o primeiro item na propriedade Caption.

6

Pressione Enter .

O nome do item de menu aparece endentado abaixo do  item da barra de menus.

7

Repita os passos 5 e 6 ate que você tenha adicionado  todos os itens de menu que você queira para seu primeiro menu.

8

Para inserir o próximo item da barra de menus, de um clique na barra de menus e repita os passos 3 e 4.

9

Adicione qualquer item ao segundo menu repetindo os passos 5 e 6.

 

Adicionando  Barras Separadoras         


Adicionar uma barra separadora insere uma linha entre itens de menu ou grupos de itens. Você pode utilizar arras separadoras para agrupar os itens logicamente ou criar uma quebra visual na lista de itens. Para criar uma barra separadora, digite um hifen (-) como  propriedade Caption para este item. 

 


Habilitando Acesso  aos Menus pelo Teclado

Você pode permitir que os usuários acessem menus e comandos de menu através do teclado, como segue:

·       Teclas de atalho

·       Teclas aceleradora

 A figura anterior também mostra um exemplo de um menu com teclas aceleradoras e teclas de atalho.

Adicionando  Teclas Aceleradoras        

Teclas aceleradoras permitem que o usuário acesse  menus e comandos do menu utilizando a tecla Alt juntamente com a letra apropriada. Por exemplo, para acessar o menu File, o usuário pressionaria Alt+F. Você pode adicionar teclas aceleradoras ao seu menu  precedendo a letra selecionada com o símbolo &,  quando estiver digitando o caption do item. Por exemplo, para adicionar um menu Arquivo com a letra A como tecla aceleradora, digite &Arquivo como caption do item de menu.

 

Adicionando Teclas de Atalho

Teclas de atalho permitem que o usuário acesse  comandos do menu utilizando o teclado para ignorar os menus. Por exemplo, você pode designar F1 como  tecla para o comando Help. Você pode especificar atalhos digitando um valor na propriedade ShortCut  ou selecionando na lista da propriedade ShortCut.

 

O Delphi não faz a checagem para assegurar que teclas aceleradoras ou atalhos não estão duplicados em sua aplicação. Isto é responsabilidade do  desenvolvedor.

 

 

Propriedades Adicionais de Menu

Você pode definir as seguintes propriedades de menu para alterar a aparência dos menus em sua aplicação.

·       Checked

Definindo esta propriedade para True, um check aparece próximo ao item.

·       Enabled

Definindo esta propriedade para False, o item torna-se desabilitado, ou acinzentado, e o usuário                            não poderá acessa-lo ou a qualquer um de seus submenus. 

 

Criando Menus  Aninhados

Muitos menus contém menus aninhados, ou submenus, que  fornecem ao usuário comandos adicionais para serem selecionados. Menus aninhados são indicados por uma seta próxima ao item na lista de itens. Você pode querer utilizar menus aninhados para economizar espaço  vertical em sua aplicação. No Delphi, você pode criar tantos menus aninhados quantos forem necessários.

 

Utilizando   o SpeeMenu do Menu Designer 

O SpeedMenu do Menu Designer oferece acesso rápido aos comandos mais utilizados e opções de template de menu. Você pode exibir o SpeedMenu dando um clique com o botão direito do mouse na janela do Menu Designer ou pressionando Alt+F10 enquanto o cursor estiver na janela do Menu Designer. O SpeedMenu aparece, 

 

Descrição das  Opções do SpeedMenu 

A tabela a seguir descreve as opções no SpeedMenu do Menu Designer:

 

Opção

Descrição

Insert

Adiciona uma localização de item de menu antes do cursor

Delete

Remove o item de menu selecionado

Create Menu

Insere um item de menu a direita do item selecionado, adiciona uma ponta de seta para indicar um nível de alinhamento de menu

Select Menu

Permite selecionar um menu existente

Save As Template

Permite gravar um menu para utilização posterior

Insert From Template

Permite adicionar um template de menu previamente criado ao menu atual

Delete Template

Permite remover menus criados previamente

Insert From Resource

Permite importar um menu de um arquivo de resource  (.RC) do Windows

Associando Eventos de Menu com Código

Introdução

Uma vez criado um menu, você precisa associar ao evento OnClick de cada item.

Manipulando  Eventos de itens de Menu       

O evento OnClick é o único evento para itens de menu. O código associado com o evento OnClick dos itens  dos menus serão executados quando o usuário selecionar o item.

Você pode criar um event handler para qualquer item  de menu dando um duplo-clique no item, na janela do Menu Designer e adicionando o código dentro da instrução begin...end.

 

Associando um  Item de Menu a um Manipulador de Manu Existente       

Se você quiser reutilizar código, você pode associar um item de menu com um event handler já existente. Para isto, vá para a página Events do Object Inspector e abra a lista dos event handlers para o evento OnClick. Você pode selecionar qualquer um dos event handlers que aparecem na lista, e o código para aquele event handler estar associado com o item de menu selecionado.

 

Lab: Adicionando um Template de Form a sua Aplicação

 

Objetivo: 

Este lab reforça sua habilidade em:

·       Utilizar um Template de Form para adicionar um form

·       Digitar código para exibir um form

·       atribuir teclas de atalho aos menus

 

Cenário   

Neste lab você utilizará a aplicação desenvolvida no  lab Adicionando Componentes Standard a uma Aplicação para adicionar um quadro de dialogo Sobre... utilizando um template de form.

 

Processo 

Utilize o processo a seguir para aplicar o que  você aprendeu:

 

 

Estágio

Processo

1

Abra o projeto chamado PLAB5.DPR. Grave o arquivo  unit como ULAB8.PAS e o projeto como PLAB8.DPR.

Importante: Certifique-se de utilizar o comando  Save File As, bem como Save Project As no menu File.

2

Abra o Menu Designer para MainMenu1. Adicione um separador e a palavra Sobre no final do menu File.

3

Utilize um template de form para adicionar um quadro Sobre a aplicação. Certifique-se de gravar este form com o nome UNIT2.PAS.

4

Adicione uma tecla de atalho ao menu para que o usuário possa pressionar F2 para exibir o quadro Sobre.

5

Adicione aceleradores para os itens Abrir e Gravar.

6

Adicione um event handler que exiba o from AboutBox.

7

Após compilar sua aplicação, grave-a. Execute e teste  sua aplicação.

Resumo do capítulo

Pontos Chave 

Após  completar este capítulo,você aprendeu que:

·       Templates fornecem uma “planta” para os forms  mais utilizados, e eles compõem a Form Gallery.

·       Você pode gravar uma cópia de um form por você como um template para ser utilizado posteriomente em outro projeto. Gravar um form como um template  insere o form na lista de templates que você pode selecionar quando cria um novo form.

·       Quando você cria um form, ele possui as seguintes características:

Botões de Maximizar e Minimizar

Menu Controle

Borda Reajustável

·       Ordem de Tab é a seqüencia na qual o usuário pode  se mover de componente  a componente pressionando a tecla Tab.

·       Menus fornecem uma maneira de agrupar comandos. Você pode utilizar o Menu Designer para criar ou adicionar um menu predeterminado ao form.

Termos e  Definições       

A tabela a seguir é uma referência rápida aos termos explicados neste capítulo:

 

Termo

Definição

MDI

Multiple Document Interface, uma aplicação feita de uma janela principal, ou janela pai, que permite abrir diversos documentos ou janelas

Ordem de Tab

A seqüencia na qual um usuário pode se mover de  componente a componente pressionando a tecla Tab

Quadro de DiálogoModal

Um quadro de dialogo onde o usuário deve fechar antes de continuar a utilizar a aplicação

Quadro de Diálogo Não-Modal

Um quadro de dialogo que o usuário pode manter aberto enquanto continua a trabalhar na aplicação

SDI

Single Document Interface, uma aplicação que pode  processar mais que um documento. Mas os documentos estão contidos de uma janela pai.