biografia e pensamento de Platão

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Platão (427 - 347 a. C) - filósofo grego nascido em Atenas, foi profundo admirador de seu mestre Sócrates.

Seu verdadeiro nome era Aristoclés, em uma homenagem ao seu avô. Platos significa largura, e é quase certo que seu apelido veio de sua constituição robusta, ombros e frontes largos, um porte físico forte e vigoroso, que o fez receber homenagens por seus feitos atléticos na juventude. A excelência na forma física era apreciada ao extremo na Grécia Antiga, e ocupa um lugar central na educação ideal conjeturada por Sócrates e seus companheiros no diálogo A República, juntamente com a música, na qual está inclusa a parte da literatura que não é poesia, banida . Os diálogos de Platão estão cheios de referência à competição dos jovens no atletismo. Deve-se lembrar também das grandes honras que eram conferidas aos vencedores dos Jogos Olímpicos, feitos em homenagem a Zeus. Porém, como veremos o corpo em Platão é subordinado à alma, meró invólucro aprisionante do qual o filósofo deve se libertar. É possível também, segundo alguns autores, que o apelido Platão tenha vindo da amplitude de seu estilo e pensamento, mas é menos provável, visto que Platão só escreve seus diálogos depois da morte de Sócrates, e segundo o próprio Platão narra, já era chamado assim por seus companheiros.

Aristócles, nosso futuro Platão, nasceu filho de Ariston e Perictione, ou Potone. Diógenes Laércio afirma que sua ascendência recua até o grande legislador Sólon, por parte de mãe. Vejamos algo da sua genealogia e biografia. O irmão de Sólon, Diopides, era pai de Crítias. Não se deve confundir este Crítias com o sofista Crítias, filho de Calaiscros (ou Calescros), que educou Sócrates na juventude. Este parente de Platão era um dos Trinta Tiranos, grupo criado para governar Atenas em 404 a.C, após a vitória Espartana na Guerra de Peloponeso. O líder original desta comissão era Lisandro, que foi eleito por um pequeno grupo de cidadãos atenienses sob a pressão do exército espartano, e incumbido de realizar reformas e elaborar uma nova constituição. Mas o grupo de Colegiados, liderado por este Crítias, implantou um regime de terror, no qual mais de 1500 cidadãos morreram. A comissão dos 30 tiranos foi deposta um ano depois, em 403 a.C. O tirano Crítias era pai de Calaiscros, que por sua vez era pai de Gláucon. Este aparece no famoso diálogo de Platão "A República", junto com Adimanto.

E aqui já existe uma controvérsia, como alías, em quase tudo que se relaciona a esse filósofo. Alguns, como C. F. Hermann, defendem que Glauco e Adimanto não são irmãos, mas tios de Platão. Diógenes fala deste tio de Platão, do irmão Glaucón e de mais um filósofos ateniense chamado Glaucón. Este Glaucón filho de Calaiscros era pai de Cármides e de Perictione - mãe de Platão. Cármides é um personagem de um diálogo de Platão que leva seu nome. O Crítias amigo de Sócrates é primo de Cármides, o que leva crer que Cármides é filho do irmão de Glaucón.

Platão tornou-se aprendiz de Sócrates por volta dos vinte anos. Descobre nele e sua dialética um prazer, e se torna um "amante da sabedoria". Acompanhou de perto todos os passos do julgamento de seu mestre, e o seu fim trágico marcou-o profundamente, deixando seqüelas para o resto de sua vida. Depois da morte por envenenamento de Sócrates, desiludiu-se de vez com a democracia ateniense e partiu em peregrinação pelo mundo. No trajeto de sua viagem que chega até nós, teria passado pelo Egito, onde ouviu, da classe clerical que governava a terra, que a Grécia era um país infante, sem tradições nem uma cultura profunda. Foi a Esparta onde conheceu a cultura militar, e aos que meninos abandonavam seus pais para viverem uma vida dura nas montanhas, em exposição aos elementos naturais, e onde os governantes se misturavam com o povo, pois comiam e dormiam juntos. Passou também pela Itália, onde conheceu os pitagóricos e sua seita. Peregrinou durante doze anos, quando retornou a Atenas com quarenta anos. Especula-se que teria, antes disso, ido ainda até a Judéia e chegado às margens do Ganges, onde teria aprendido a meditação mística dos hindus. Deixou escritos em forma de diálogos, feitos para o leitor comum de sua época. Ao que parece a obra chegou completa, ou quase, até nós. Isso se deve ao fato de Platão ser muito conhecido na sua época, por ter fundado em Atenas sua Academia para o desenvolvimento dos seus pensamentos, (assim chamada por estar no jardim do herói grego Academos) onde se ensinava Matemática, Ginástica e Filosofia. Ele valorizava muito a matemática, por ela nos dar a capacidade de raciocínio abstrato. Na entrada da de sua academia, havia a seguinte afirmação: "Que aqui não adentre quem não souber geometria". Também disse acerca de Deus: "Ele eternamente geometriza". Seriam trinta diálogos, dentre os quais os mais conhecidos: Apologia de Sócrates (onde torna público o discurso que Sócrates fez em seu julgamento); Hippias Maior (o que é o belo?); Eutifron (o que é a piedade?) ; Mênon ( o que é a virtude? Pode ser ensinada?) . Esses São são os chamados diálogos aporéticos e maiêuticos, pois as questões propostas não são resolvidas e o leitor é convidado a prosseguir a pesquisa, após ter purificado seu falso saber. No segundo grupo temos Teeteto ( o que é a ciência?); Fédon(sobre a imortalidade da alma, faz um relato dos últimos dias de Sócrates); Crátilo (explica a relação entre as coisas e os nomes que lhes são dados, são eles inatos ou dependem da convenção?); o Banquete (sobre o amor ao belo); Górgias (sobre a violência, faz a distinção entre a filosofia e a sofística) e o mais importante, A República, que é um tratado completo, onde expõe um sistema de governo e o modo vida ideal, e o como se chegar até eles. Esse diálogos são um grande legado da filosofia e literatura, pois Platão elevou a filosofia também ao gênero literário.

A República começa com um sofista, Trasímaco, declarando que a força é um direito, e que a justiça é o interesse do mais forte. As formas de governo fazem leis visando seus interesses, e determinam assim o que é justo, punindo como injusto aquele que transgredir suas regras. Para responder a pergunta "Como seria uma cidade justa?" , Sócrates começa a dialogar, principalmente com Gláucon e Adimanto. Platão salienta que a justiça é uma relação entre indivíduos, e depende da organização social. Mais tarde fala que justiça é fazer aquilo que nos compete, de acordo com a nossa função.
A justiça seria simples se os homens fossem simples. Os homens viveriam produzindo de acordo com as suas necessidades, trabalhando muito e sendo vegetarianos, tudo sem luxo. Para implantar seu sistema de governo, Platão imagina que deve-se começar da estaca zero. O primeiro passo seria tirar os filhos das suas mães. Platão repudiava o modo de vida com a promiscuidade social, ganância, a mente que a riqueza, o luxo e os excessos moldam, típicos dos homens ricos de Atenas. Nunca se contentavam com o que tinham, e desejavam as coisas dos terceiros. Assim resultava a invasão de um grupo para o outro e vinha a guerra.
Platão achava um absurdo que homens com mais votos pudessem assumir cargos da mais alta importância, pois nem sempre o mais votado é o melhor preparado. Era preciso criar um método para impedir que a corrupção e a incompetência tomassem conta do poder público, Mas atrás desses problemas estava a psyche humana, como havia identificado Sócrates, Para Platão o conhecimento humano vêm de três fontes principais: o desejo, a emoção, e o conhecimento, que fluem do baixo ventre, coração e cabeça, respectivamente. Essas fontes seriam forças presentes em diferentes graus de distribuição nos indivíduos. Elas se dosariam umas às outras, e num homem apto a governar, estariam em equilíbrio, com a cabeça liderando continuamente. Para isso, é preciso uma longa preparação e muita sabedoria. O mais indicado, para Platão, é o filósofo: "enquanto os filósofos deste mundo não tiverem o espírito e o poder da filosofia, a sabedoria e a liderança não se encontrarão no mesmo homem, e as cidades sofrerão os males".

Para começar essa sociedade ideal, como dissemos, deve-se tirar os filhos dos pais, para protegê-los dos maus hábitos. Nos primeiros dez anos, a educação será predominantemente física. A medicina serve só para os doentes sedentários das cidades. Não se deve viver para a doença. Para contrabalançar com as atividades físicas, a música. A música aperfeiçoa o espírito, cria um requinte de sentimento e molda o caráter, também restaura a saúde.

Depois dos dezesseis anos, e de misturar a música para lições musicais com a música pura, essas práticas são abandonadas. Assim os membros dessa comunidade teriam uma base psicológica e fisiológica. A base moral será dada pela crença em Deus. O que torna a nação forte seria Ele, pois ele pode dar conforto aos corações aflitos, coragem às almas e incitar e obrigar. Platão admite que a crença em Deus não pode ser demonstrada, nem sua existência, mas fala que ela não faz mal, só bem. O mal para Platão é apenas a ignorância do bem, e ele procura demonstrar que o mal inexiste, e ninguém opta por ele de forma voluntária.,br>
Aos vinte anos, chegará a hora da Grande Eliminação, um teste prático e teórico, Começa a divisão por classes da República. Os que não passarem serão designados para o trabalho econômico. Depois de mais dez anos de educação e treinamento, outro teste. Os que passarem aprenderão o deleite da filosofia. Assim se dedicarão ao estudo da doutrina e do mundo das Idéias.

O mundo das Idéias de Platão é um mundo transcendente, de existência autônoma, acima do mundo sensível. As Idéias são formas puras, modelos perfeitos eternos e imutáveis, paradigmas. O que pertence ao mundo dos sentidos se corrói e se desintegra com a ação do tempo. Mas tudo o que percebemos, todos os itens são formados a partir das Idéias, constituindo cópias imperfeitas desses modelos espirituais. Só podemos atingir a realidade das Idéias, na medida em que pelo processo dialético, nossa mente se afasta do mundo concreto, atravessando com a alma sucessivos graus de abstração, usando sistematicamente o discurso para se chegar à essência do mundo. A dialética em Platão é o principal instrumento de busca da verdade.

O pensamento de Platão dialogava com antigas tradições já existentes, como algumas orientais e egípcias, coadunante com sua teoria de metempsicose, por exemplo. Ele acreditava numa alma imortal, que já existia no mundo das Idéias antes de habitar nosso corpo. O diálogo que melhor demonstra isso é o Fédon. Assim que passa a habitá-lo, a alma se esquece das Idéias perfeitas. Então o mundo se apresenta a partir de uma vaga lembrança. A alma quer voltar para o mundo das Idéias e por isso o conhecimento está ligado à lembrança. No diálogo Mênon, Sócrates mostra que um escravo (considerado inferior naquela época) podia ter um intrincado conhecimento abstrato de matemática, pois sua alma já possuía o conhecimento que Sócrates, porta-voz da Academia de Platão, ia trazer à luz através do seu jogo de perguntas e respostas.. Um dos primeiros críticos de toda essa teoria de Platão foi um de seus alunos da Academia, Aristóteles.

Igualmente conhecida na República é a alegoria da caverna, que ilustra como percebemos apenas parte do mundo, reduzindo-o. O termo "Alegoria" é mais adequado que "Mito da Caverna". Embora Platão use do mito em outras partes de seus escritos, no livro VII da República, onde está contada a história, a intenção é usar de uma alegoria para ilustrar um movimento de dificil compreensão, que é a libertação dos grilhões que aprisionam o homem possibilitada pela prática da verdadeira filosofia.
Um grupo de pessoas vive acorrentada numa caverna desde que nasceu, de costas para a entrada. Elas vêem refletida na parede da caverna as sombras do mundo real, pois há uma fogueira queimando além de um muro, depois da entrada. Elas acham que as sombras são tudo o que existe. Um dos habitantes se livra das amarras. Fora da caverna, primeiro ele se acostuma com a luz, depois vê a beleza e a vastidão do mundo, com suas cores e contornos. Ao voltar para a caverna para libertar seus companheiros, acaba sendo assassinado, pois não acreditam nele.

Na República, depois de estudar a filosofia, aqueles que forem considerados aptos irão testar seus conhecimentos no mundo real, onde experimentarão os dissabores da vida, ganhando comida conforma o trabalho, experimentando a crua realidade. Aos cinqüenta anos, os que sobreviveram tornarão-se os governantes do Estado ideal de Platão.

Todos terão oportunidades iguais, mas na eliminação serão designados para classes diferentes. Os filósofos-reis não terão nenhum privilégio, tendo só os bens necessários, serão vegetarianos e dormirão no mesmo lugar. A procriação será para fins eugênicos, o sexo não será apenas por prazer. Haverá defensores contra inimigos externos, os guardiões, homens fortes, dedicados à comunidade. Não haverá diferença de oportunidade entre o sexo, sendo cada um designado a fazer uma tarefa de acordo com a sua capacidade.

Os pensamentos políticos de Platão continuam se desenvolvendo e adquirem larga importância na tradição oriental. O filósofo fala da renuncia do individuo em prol da comunidade, impondo inúmeras condições para a vida. Ele atenta para um problema muito preocupante em nossos dias: a superpopulação. Os homens só poderiam se reproduzir entre os trinta e quarenta e cinco anos, e as mulheres entre os vinte e quarenta anos. Também a legislação de Esparta, que muito inspirou Platão, e a proposta de Aristóteles na Política levam em conta este aspecto. Assim, resumidamente seria o Estado ideal, justo. O próprio Platão fala de dificuldade em se fazem um empreendimento dessa natureza. O rei de Siracusa ofereceu à ele terras onde poderia experimentar sua República, e ele aceitou, mas o rei ficou sabendo que quem iria governar eram os filósofos e mudou de idéia. Platão experimentou muitos dissabores na corte de Siracusa, a qual voltou depois, conforme conta na sua carta VII e Plutarco conta em sua Vida de Díon, disponível aqui no site. Platão morreu em uma festa, onde se afastou num canto e dormiu. Quando foram acordá-lo de manhã, já estava morto. Uma multidão acompanhou-o até o túmulo.



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A OVELHA NEGRA

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Havia um país onde todos eram ladrões.
À noite, cada habitante saía, com sua gazua e a lanterna, e ia arrombar a casa de um vizinho. Voltava de madrugada, carregado, e encontrava a sua casa roubada.
E assim todos viviam em paz e sem prejuízo, pois um roubava o outro, e este, um terceiro, e assim por diante, até que se chegava ao último, que roubava o primeiro. O comércio naquele país só era praticado como trapaça, tanto por quem vendia como por quem comprava. O governo era uma associação de delinqüentes vivendo à custa dos súditos, e os súditos por sua vez só se preocupavam em fraudar o governo. Assim a vida prosseguia sem tropeços, e não havia ricos nem pobres.
Ora, não se sabe como, ocorre que no país apareceu um homem honesto. À noite, em vez de sair com o saco e a lanterna, ficava em casa fumando e lendo romances.
Vinham os ladrões, viam a luz acesa e não subiam.
Essa situação durou algum tempo: depois foi preciso fazê-lo compreender que, se quisesse viver sem fazer, não era essa uma boa razão para não deixar os outros fazerem. Cada noite que ele passava em casa era uma família que não comia no dia seguinte.
Diante desses argumentos, o homem honesto não tinha o que objetar. Também começou a sair de noite para voltar de madrugada, mas não ia roubar. Era honesto, não havia nada a fazer. Andava até a ponte e ficava vendo passar água embaixo. Voltava para casa, e a encontrava roubada.
Em menos de uma semana o homem honesto ficou sem um tostão, sem o que comer, com a casa vazia. Mas até aí tudo bem porque era culpa sua; o problema era que seu comportamento criava uma grande confusão. Ele deixava que lhe roubassem tudo e, ao mesmo tempo, não roubava ninguém; assim, sempre havia alguém que, voltando para casa de madrugada, achava a casa intacta: a casa que o homem honesto deveria ter roubado. O fato é que, pouco depois, os que não eram roubados, acabaram ficando mais ricos que os outros e passaram a não querer mais roubar. E, além disso, os que vinham para roubar a casa do homem honesto sempre a encontravam vazia; assim, iam ficando pobres.
Enquanto isso, os que tinham se tornado ricos pegaram o costume, eles também, de ir de noite até a ponte, para ver a água que passava embaixo. Isso aumentou a confusão, pois muitos outros ficaram ricos e muitos outros ficaram pobres. E pensaram: “Paguemos aos pobres para irem roubar para nós”. Fizeram-se os contratos, estabeleceram-se os salários, as percentagens: naturalmente, continuavam a ser ladrões e procuravam enganar-se uns aos outros. Mas, como acontece, os ricos tornavam-se cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres.
Havia ricos tão ricos que não precisavam mais roubar e que mandavam roubar para continuarem a ser ricos. Mas, se paravam de roubas, ficavam pobres porque os pobres os roubavam. Então pagaram aos mais pobres para defenderem as suas coisas contra os outros pobres, e assim instituíram a polícia e construíram as prisões.
Dessa forma, já poucos anos depois do episódio do homem honesto, não se falava mais de roubar ou de ser roubado, mas só de ricos ou de pobres; e, no entanto, todos continuavam a ser pobres.
Honesto só tinha havido aquele sujeito, e morrera logo, de fome.




Capítulo 2
Um Tour pelo Ambiente de Programação do Delphi
Ao final deste capítulo, você estará apto a:
Identificar os elementos do IDE do Delphi
Identificar os elementos essenciais que formam uma aplicação
Overview
O Delphi oferece um ambiente integrado de deselvolvimento que permite desenvolver sofisticadas aplicações Windows com um mínimo de codificação. Este capítulo introduz o Intergrated Development Environment (IDE) e descreve os elementos essenciais do ambiente de programação.

Elementos do IDE do Delphi
Introdução
O Integrated Development Environment (IDE) do Delphi consiste de diversos elementos ou ferramentas visuais. Uma vez acostumados a estes elementos, você pode começar a desenvolver aplicações. Este capítulo discute os seguintes elementos para famíliariza-lo ao ambiente de desenvolvimento:
• Form
• Component Palette
• Object Inspector
• Code Editor
• SpeedBar
• ProjectManager
• SpeedMenus
• On-Line Help
As ferramentas são apresentadas na ordem em que seriam utilizadas para desenvolver uma aplicação.
Aparência Inicial da Interface
Quando você utiliza o Delphi, aparecem as seguintes janelas. Estas janelas formam a
interface do Delphi. Outras janelas e elementos aparecem posteriormente conforme for desenvolvendo uma aplicação.
Forms
Introdução
Forms são a característica central das aplicações Delphi. Quando você abre o Delphi, um form se torna uma janela em sua aplicação. Quando estiver desenvolvendo a interface de usuário de sua aplicação, você adicionará itens chamados de componentes ao seu form. Um componente é um objeto Delphi, tal como um label box ou edit box. Quando você inicializa o Delphi, um form em branco Form1 aparece,

Partes de um Form
Cada form, por default, contém as seguintes partes padrões, como mostrado:

• Menu Control
• Botões de maximizar e minimizar
• Barra de título
• Bordas

Um form pode ser movido e reajustado movendo-se suas bordas.
Component Palette
Introdução
Após iniciar com um form, o próximo passo no design da interface é adicionar componentes ao form. Componentes são elementos de programa das janelas, tais como labels, edit boxes, e list boxes. Os componentes do Delphi estão localizados na Component Palette e são utilizados para construir a interface com o usuário. A Componente Palette exibe uma seleção de componentes agrupados por função ou utilização.
Um ponto chave do Delphi é que ele permite a criação de seus próprios componentes e personalização da Componente Palette. Você pode adicionar ou remover componentes da paleta, bem como criar uma nova página na paleta. Por exemplo, você pode adicionar um controle VBX de terceiros à sua paleta para um projeto em específico e depois remove-lo quando tiver sido utilizado. Você também pode criar diferentes versões da Componente Palette para diferentes projetos e permitir que diversos desenvolvedores compartilhem uma Componente Palette personalizada.
A Componente Palette aparece abaixo da barra de menu, a direita,
Quando você passar com o ponteiro do mouse sobre cada botão, é exibido o Help Hint do componente.
Descrição das Páginas dos Componentes
Quando você clica com o mouse sobre uma aba de página, é exibido o grupo de componentes da página. A tabela a seguir descreve a função de cada grupo de componentes por página:
Página Grupo de Componentes
Standard Componentes padrão em uma interface MS Windows tais como botão, list box, e label.
Additional Grupo adicional de componentes padrão, tais como SpeedButton, TabSet, e componentes Notebook.
Data Access Componentes especializados para acesso de dados em banco de dados, tais como Table, Query e DataSource
Data Controls Componentes especializados de banco de dados utilizados para exibir dados de bancos de dados, tais como Grid de dados, Navigator,e Edit.
Dialogs Quadros de dialogos comuns do MS Windows que possuem uma aparência consistente para executar operações de arquivo, tais como abertura, gravação e impressão.
System Componentes que pertencem à tecnologia do sistema Windows, tais como um timer, DDE, ou OLE.
VBX Controle Visual Basic que acompanham o Delphi ou de outros fabricantes.
Samples Componentes diversos, tais como ColorGrid, Calendar e SpinButton.
Object Inspector
Introdução
O Object Inspector trabalha com a Component Palette. Uma vez selecionado um componente da Component Palette é adicionado ao form, o Object Inspector automaticamente exibe as propriedades e eventos que podem ser utilizados como o componente. As propriedades e eventos (exibidos no formato de menu) permitem personalizar os componentes visualmente sem a necessidade de codificação.
Os menus são dinâmicos no tocante em que somente as propriedades e eventos que se aplicam aos componentes selecionados aparecerão. Se múltiplos componentes são selecionados, somente as propriedades e eventos compartilhados por todos os componentes aparecerão no Object Inspector.
Aparência do Object Inspector
Por default, o Object Inspector aparece a esquerda da janela do Delphi, como segue:
Object Selector
A lista drop-down do Object Selector exibe o nome e o tipo de objeto de cada componente no form atual, incluindo o próprio form. Os componentes aparecem na lista quando você os adiciona ao form. A lista drop-down pode então ser utilizada para alternar rápidamente entre cada um dos componentes. A ilustração a seguir mostra um exemplo da lista drop-down do Object Inspector:
Quando um form ou componente é selecionado no Object Selector, as propriedades ou eventos pertencentes a ele são exibidos.
Properties Page
Propriedades são atributos de um componente. Elas controlam a forma como um componente aparece e se comporta na aplicação. Muitas propriedades na coluna Properties tem um valor default atribuído na coluna Values.
Events Page
A página Events do Object Inspector lista os eventos que um componente pode reconhecer. No Delphi, você escreve procedures chamadas event handlers, e as utiliza na página Events para associar o nome de um event handler com o evento. Eventos são ações do usuário ou ocorrências de sistema que o componente pode reconhecer. Um exemplo de uma ação de usuário é um clique em um botão. Um exemplo de uma ocorrência de sistema é um alarme gerado em um intervalo de tempo pré-determinado.

Code Editor
Introdução
No processo de desenvolvimento, após atribuir propriedades e eventos a cada componente adicionado ao form, o Code Editor é utilizado. O Code Editor é um editor de texto que exibe o código fonte que você escreve ou que o Delphi gera para criar uma aplicação. O código fonte aparece em um arquivo chamado UNIT.PAS que é um dos tipos de arquivos que compõe um projeto do Delphi.
Características do Code Editor
O Code Editor oferece comandos de edição, Help sensível ao contexto, e as seguintes características de edição estilo Brief:

• Gravação e execução de macros
• Sintaxe de destaque colorida
• Undo ilimitado
• Marcação de bloco de coluna
• Toques de teclado personalizáveis
O Arquivo Unit
O Code Editor aparece no arquivo unit, que é posicionado atrás do Form1 default quando você inicializa o Delphi. Quando você da um duplo clique em um evento na página Events do Object Inspector, o Code Editor automaticamente torna-se a janela para que você possa digitar o código para manipular o evento. O Code Editor pode exibir múltiplos arquivos unit.
Uma unit é utilizada para organizar as declarações de programação do Delphi. Por exemplo, procedures utilitárias podem ser agrupadas como uma unit. Um form é organizado como uma unit.
Você também pode exibir um arquivo unit através do menu View selecionando Toggle Form/Unit. O arquivo default, Unit1.PAS, aparece na janela do Code Editor,
Você deve evitar o nome default de um arquivo unit. Renomeie a Unit1 para um nome mais descritivo sobre o conteúdo do arquivo. A extensão PAS não deve ser alterada.
SpeedBar
Introdução
A SpeedBar é feita de botões que economizam tempo, permitindo que você clique sobre um botão ao invés de utilizar a barra de menu para executar operações e comandos mais comuns. A SpeedBar aparece abaixo da barra de menu, à esquerda,
Quando você passa com o ponteiro do mouse sobre cada botão, o Help Hint do botão é exibido. A SpeedBar é totalmente personalizável. Você pode adicionar ou remover botões para personalizá-la.
Descrição dos Botões Default
A tabela a seguir descreve cada botão na SpeedBar default:
Botão Descrição
Open Project Abre um projeto existente
Save Project Grava um projeto existente
Add File to Project Adiciona um novo arquivo ao projeto
Select Unit From List Seleciona uma unit da lista das units existentes
Select Form From list Seleciona um form da lista de forms existentes
Run Compila e executa sua aplicação
Pause Interrompe momentaneamente a execução da aplicação
Open File Abre um arquivo existente
Save File Grava o arquivo. Arquivos unit e form são ligados. Gravando um, grava-se o outro
Remove File From Project Remove o arquivo selecionado no Project Manager da cláusula uses do arquivo de projeto corrente
Toggle Between a Form and Unit Exibe o from inativo associado com a unit ativa, ou vice-versa
New form Cria um form em branco e uma nova unit associada para ser adicionado ao projeto
Trace into Executa um programa, uma linha por vez e executa cada linha de uma procedure
Step over Executa um programa, uma linha por vez e pula as procedures executando-as como uma única unit

Project Manager

Introdução
No Delphi, os arquivos que compõem uma aplicação, form e units, são organizados como um projeto. O Project Manager lista cada arquivo de unit e form em sua aplicação e permite navegar entre elas.

Visualizando a Janela do Project Manager
Você pode exibir o project Manager através do menu View selecionando Project Manager. O Project Manager aparece com o nome do projeto. Se o projeto não tiver um nome, o arquivo default chamado Project1,
SpeedMenus
Introdução
Um elemento importante do IDE do Delphi é o SpeedMenu. SpeedMenus são menus que oferecem acesso rápido aos comandos disponíveis no momento. Eles são sensíveis ao contexto e podem ser exibidos de duas maneiras:

• Clicando-se com o botão direito do mouse enquanto o ponteiro do mouse estiver sobre o objeto
• Pressionando-se Alt+F10 enquanto estiver selecionado
Exemplos de SpeedMenus
SpeedMenus estão disponíveis para uma grande variedade de elementos e outros objetos no Delphi. Para uma lista completa, consulte o Help on-line. Esta seção oferece alguns exemplos de SpeedMenus para os seguintes elementos:
• Component Palette
• Object Inspector
• SpeedBar
SpeedMenu para a Component Palette
O SpeedMenu da Component Palette aparece quando você clica com o botão direito do mouse quando o ponteiro do mouse estiver sobre a Component Palette. Os itens do menu são :
• Configure - Altera o conteúdo da Component Palette
• Show Hints - Exibe o Help Hint para cada botão
• Help - Oferece Help on-line para a Component Palette

Na figura a seguir, Show Hints está habilitado:

SpeedMenu para o Object Inspector
O SpeedMenu do Object Inspector aparece, como segue, quando você clicar com o botão direito do mouse quando o ponteiro do mouse estiver sobre o Object Inspector. Quando Stay on top estiver habilitado,
SpeedBar
O SpeedMenu da SpeedBar aparece, como segue, quando você clicar com o botão direito do mouse quando o ponteiro do mouse estiver sobre a SpeedBar. O item de menu Configure permite adicionar ou remover icones da SpeedBar de acordo com sua necessidade.

Help On-Line
Introdução
O Help On-Line é uma grande fonte de referência sobre o Delphi. No menu Help, os itens Contents e Topic Search são comuns as aplicações MS Windows, mas documentam o produto tão bem que você pode utiliza-lo no lugar de uma cópia impressa.Contents, em particular, inclui um glossário, que é especialmente útil para uma referência rápida sobre o significado de termos.

Help Sensível ao Contexto
Help sensível ao contexto está disponível para cada elemento na interface. Pressionando F1 sobre um elemento destacado exibe a descrição do elemento. Por exemplo, se Form1 estiver destacado e você pressionar F1, a descrição do componente TForm (tipo de objeto) aparece, incluindo as propriedades, métodos, eventos e tarefas associadas a ele. O Help sensível ao contexto também está disponível quando o Code Editor for exibido e oferece auxílio na sintaxe da linguagem, palavras reservadas, e assim por diante.
Informação de Instrução
O Help on-line também contém uma extensiva informação instrucional. As três ferramentas seguintes, em particular, oferece suporte no desenvolvimento de uma aplicação:
• Interactive Tutors o guiam através de cada estágio no processo de desenvolvimento de uma aplicação.
• Database Form Expert permite-lhe criar forms master-detail, bem como forms com uma única tabela.
• Windows API descreve como utilizar a API do MS Windows.

Interactive Tutors
A opção Interactive Tutors é um tutorial que o ensina as operações básicas na criação de uma aplicação. O tutorial é interativo pois você pode utilizar seus próprios dados, bem como dados de exemplo que acompanham o Delphi

Consulte o tutorial para relembrar o conhecimento obtido no curso.

Database Form Expert
A opção Database Form Expert no menu Help permite criar um form que exiba dados de um banco de dados local ou remoto. Esta ferramenta é uma das muitas ferramentas Expert no Delphi. Outras ferramentas Expert incluem o Application Template Expert, Form Template Expert, Component Expert, e Dialog Box Expert. A maioria delas são acessadas através do menu File quando você cria uma aplicação ou form. As ferramentas Expert serão estudadas com mais detalhes posteriormente durante o curso.
Windows API
A opção API no menu Help oferece uma descrição da API do MS Windows. Exemplos de alguns dos tópicos incluem o seguinte:
Funções e mensagens para o MS Windows versão 3.1
• Grupos de funções
• Macros
• Saídas de impressão
• Resources


Capítulo 1
O Que é o Delphi
Diferenças entre Delphi Client/Server do Delphi for Windows
Características que compõem o Integrated Development Invironment (IDE)
Como o Delphi se encaixa na família Borland
Overview
O Delphi oferece uma nova maneira de desenvolver aplicações Client/Server para MS Windows. Ele combina a facilidade de utilização de um ambiente de desenvolvimento visual, o poder de uma linguagem compilada orientada a objetos e uma tecnologia de ponta em banco de dados. Este capítulo o introduz as várias características do Delphi e da família de produtos Borland.

Introdução ao Delphi
Introdução
O Delphi é um ambiente de desenvolvimento de aplicações, orientado a objeto, que permite o desenvolvimento de poderosas aplicações baseadas no MS Windows com o mínimo de codificação. O Delphi também oferece ferramentas de desenvolvimento, tais como templates de aplicações e forms, que lhe permitem criar e testar rápidamente o protótipo de suas aplicações. Você pode utilizar o conjunto de componentes e código gerado para transformar seus protótipos em aplicações robustas que satisfaçam suas necessidades. O Delphi também oferece ferramentas de bancos de dados que lhe permitem desenvolver aplicações Client/Server e relatórios. As ferramentas de bancos de dados permitem que você visualize seus dados dinamicamente durante o desenvolvimento para que verifique imediatamente se os resultados de suas queries estão de acordo com suas necessidades.
Edições do Software
O Software Delphi vêm em duas edições:
Delphi for Windows
O Delphi for Windows Edition é voltado aos desenvolvedores de aplicações desktop que estão interessados em desenvolver aplicações desktop de alta performance que acessem dados armazenados nos formatos dBase e Paradox. O Delphi for Windows inclui:
• Servidor InterBase Local para Windows 3.1
• ReportSmith

Delphi Client/Server
O Delphi Client/Server Editon é voltado aos desenvolvedores corporativos de aplicações Client/Server interessados em desenvolver aplicações Workgroup de alta performance.
Características do Delphi
O Delphi consiste de vários elementos, ferramentas de design e de banco de dados para auxiliá-lo a desenvolver e testar suas aplicações de forma rápida e intuitiva. A seguir descrevemos as características do Delphi:
Construtor Visual de Interface com o Usuário
O IDE permite criar visualmente aplicações Client/Server de forma rápida através da seleção de componentes na paleta.
Arquitetura Baseada em Componentes
Os componentes asseguram que as aplicações Delphi sejam robustas, reutilizáveis e de fácil manutenção.
Compilador de Código Nativo de Alta Performance
O Compilador gera código otimizado de máquina ao invés de p-code interpretado e lento, fazendo com que as aplicações sejam até vinte vezes mais rápidas.
Tow-Way Tools
A capacidade de alternar entre um form e seu código permite aos desenvolvedores trabalhar tanto na edição de texto como no modo de design visual através de total sincronização do código fonte com a representação visual.
Biblioteca de Componentes Visuais
A biblioteca de componentes visuais (VCL-Visual Component Library) consiste de objetos reutilizáveis incluindo objetos padrão de interface com o usuário, gerenciamento de dados, gráficos e multimidia, gerenciamento de arquivos e quadros de dialogo padrão. A Client/Server edition inclui o código fonte do Visual Component Library.
Arquitetura Aberta
A arquitetura do IDE permite adicionar componentes e ferramentas personalizadas e de terceiros.
Linguagem Orientada a Objetos
O Delphi utiliza o Object Pascal, que oferece a facilidade de programação em 4GL de alto nível com a performance e poderio de um 3GL.
Suporte à Tecnologia do Windows
O Delphi é compatível com a tendência da tecnologia Windows, incluindo suporte a OLE 2.0,DDE,VBXs e ODBC.
Deputador Gráfico
O Debugger permite encontrar e eliminar "bugs" em seu código.
Edição Estilo Brief
O Editor permite a utilização de um conjunto de símbolos para expressões. Consulte Brief Regular Expressions no Help on-line.
Ambiente Personalizável
A opção de menu Environment Options permite personalizar seu ambiente para o máximo de produtividade.
Object Browser
O Object Browser permite a visualização da hierarquia dos objetos na visual component library.
Gerenciador de Projetos
O Project Manager oferece uma visualização de todos os forms e units de um determinado projeto e oferece um mecanismo conveniente para gerenciar projetos.
Experts
Uma variedade de Experts o guiam através do desenvolvimento de tipos padrões de forms. Por exemplo, o Database form expert auxilia-o na construção de forms que exibam dados em bancos de dados locais ou remotos.
Gerador de Relatórios
O ReportSmith oferece a mais avançada ferramenta de geração de relatórios para desenvolvedores que precisem criar relatórios que acessem grandes volumes de dados.
Servidor Local Baseado em SQL
O Local InterBase Server permite desenvolvimento off-line econômico com um engine SQL de alta performance compatível com ANSI 92 que oferece acessibilidade a outros servidores, incluindo Oracle, Sybase, Informix, e InterBase em outras plataformas.
Características do Delphi Client/Server
O Delphi Client/Server Edition inclui todas as características do Delphi for e as seguintes características específicas ao ambiente Client/ Server:
Conectividade de Alta Performance
Os SQL Links oferecem acesso de alta performance aos drives nativos, conectando com bancos de dados populares, incluindo Oracle, Sybase,Informix, e InterBase.
Suporte a Team Development
O Intersolv PVCS permite que grupos de desenvolvedores trabalhem juntos com códigos fonte integrados, check-in, check-out e gerenciamento de controle de versão.

Esta característica requer Intersolv PVCS 5.1 ou posterior.

Construtor Visual de Query
O Visual Query Builder oferece uma ferramenta visual para criar facilmente queries sofisticadas e gerar automaticamente o código SQL correspondente.
Como o Delphi se Encaixa na Família Borland
Introdução
Os produtos Client/Server da Borland compartilham de um design e tecnologia em comum. Esta caracteristica da aos produtos Borland consistência e funcionalidade, mas ao mesmo tempo, oferece flexibilidade ao desenvolvedor para escolher a linguagem de desenvolvimento e fonte de dados. No nível desktop e LAN, os bancos de dados, linguagens e ferramentas Borland compartilham o mesmo Borland Database Engine (BDE), que podem conectar com e integrar quaisquer tipos de dados em sua organização. Estes tipos de dados incluem:

• Bancos de dados PC tais como dBase e Paradox
• Bancos de dados workgroup tais como Oracle, Sybase, Informix, e InterBase
• Bancos de dados acessados através de drives ODBC

Você pode misturar componentes Borland para construir o ambiente Client/Server que melhor atenda suas necessidades.
Componentes Chave da Família Borland
A Borland fornece uma linha completa de soluções Client/Server nas seguintes famílias de componentes chave:
Upsizing Cients
Upsizing é o processo de escalar aplicações de banco de dados baseados em PC para a arquitetura Client/Server. Como aplicações de banco de dados baseados em PC e aplicações de banco de dados Client/Server baseados em SQL cresceram em diferentes mercados, o Upsizing Client Tools satisfaz os requisitos de ambos os mercados. Através dos SQL Links, aplicações dBase e Paradox podem continuar a utilizar as ferramentas já famíliares enquanto aproveitam a vantagem de servidores de banco de dados Workgroup.
Ferramentas de Desenvolvimento de Última Geração
As ferramentas de desenvolvimento de ultima geração como Delphi e Borland C++, permitem criar aplicações Client/Server escaláveis do desktop ao nível enterprise. Estas ferramentas permitem rápida prototipação, desenvolvimento e alta performance. Estas ferramentas são orientadas a objeto, permitem reutilização de código e componentes, e também suportam o team development.
Servidores de banco de dados
A estratégia Client/Server da Borland inclui versões do InterBase Workgroup Server para MS Windows NT e Novell NetWare, bem como versões UNIX. O InterBase é um líder em tecnologia no mercado de bancos de dados relacionais e esta de acordo com o SQL 92, suportando diversas extensões da linguagem SQL.
Delphi Companion Products
Os seguintes produtos estão disponíveis para o Delphi:
• BRIEF 3.1*
• Delphi/Link for Notes
• ForeHelp*
• Turbo Assembler*
• VB Conversion Assistant
• CL Source Code
• Visual Solutions Pack*

* Também trabalha com Borland C++
Resumo do Capítulo
Pontos Chave
Após completar este capítulo, você aprendeu que:

• o Delphi é um ambiente de desenvolvimento de aplicações baseado em componentes que permitem desenvolver poderosas aplicações baseadas em MS Windows.
• dentre as características do Delphi incluem ferramentas de bancos de dados que permitem o desenvolvimento de aplicações e relatórios de bancos de dados.
• o software Delphi vêm em duas edições:
• * Delphi for Windows
• * Delphi Client/Server
• a Borland oferece soluções Client/Server nas seguintes famílias de componentes chave:
• * Upsizing clients
• *Ferramentas de desenvolvimento de ultima geração
• *Servidores de bancos de dados
• * Companion products


Termos e Definições
A tabela a seguir é uma referência rápida aos termos apresentados neste capítulo:
Termo Descrição
DBE Borland Database Engine, que pode conectar com e integrar quaisquer tipos de dados em uma organização, incluindo:
• Bancos de dados PC tais como dBase e Paradox
• Bancos de dados workgroup tais como Oracle, Informix, Sybase, e InterBase
• Bancos de dados acessáveis através de drives ODBC
IDE Integrated Development Environment ( Ambiente de Desenvolvimento Integrado ), um conjunto de elementos, ferramentas de design e de bancos de dados que auxiliam a desenvolver e testar rápida e intuitivamente em uma interface com o usuário

TROQUE UM PARLAMENTAR CORRUPTO POR 344 PROFESSORES




Terça-feira, 5 de Maio de 2009
Campanha: troque um parlamentar corrupto por 344 professores
Pessoal,
Li este post no blog http://joyceleituraeducacao.blogspot.com/e dou o meu total apoio.
Para esse tema temos autores em toda a nossa volta.
É o nosso Brasil.
É a famosa inversão de valores.



TROQUE UM PARLAMENTAR CORRUPTO
POR 344 PROFESSORES

Prezado amigo!

Sou professor de Física, de ensino médio de uma escola pública em uma cidade do interior da Bahia e gostaria de expor a você o meu salário bruto mensal: R$650,00

Eu fico com vergonha até de dizer, mas meu salário é R$650,00. Isso mesmo! E olha que eu ganho mais que outros colegas de profissão que não possuem um curso superior como eu e recebem minguados R$440,00. Será que alguém acha que, com um salário assim, a rede de ensino poderá contar com professores competentes e dispostos a ensinar?

Não querendo generalizar, pois ainda existem bons professores lecionando, atualmente a regra é essa: O professor faz de conta que dá aula, o aluno faz de conta que aprende, o Governo faz de conta que paga e a escola aprova o aluno mal preparado. Incrível, mas é a pura verdade! Sinceramente, eu leciono porque sou um idealista e atualmente vejo a profissão como um trabalho social. Mas nessa semana, o soco que tomei na boca do estomago do meu idealismo foi duro!
Descobri que um parlamentar brasileiro custa para o país R$10,2 milhões por ano. São os parlamentares mais caros do mundo. O minuto trabalhado aqui custa ao contribuinte R$11.545.

Na Itália, são gastos com parlamentares R$3,9 milhões, na França, pouco mais de R$2,8 milhões, na Espanha, cada parlamentar custa por ano R$850 mil e na vizinha, Argentina, R$1,3 milhões.
Trocando em miúdos, um parlamentar custa ao país, por baixo, 688 professores com curso superior !
Diante dos fatos, gostaria muito, amigo, que você divulgasse minha campanha, na qual o lema será:

"TROQUE UM PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES".

COMO VOCE VAI VOTAR DEPOIS DE LER ESTA MATÉRIA??

REPASSEM, EU JÁ ADERI À CAMPANHA!

Obrigado !!

Quero abrir meu proprio negocio

Quero abrir meu próprio negócio!
Impressões profissionais
por Débora Martins


Hoje respondo a um leitor de Santa Catarina. Nesta mensagem não conta detalhes sobre formação acadêmica ou experiência profissional, entretanto é o tipo de pergunta que merece uma atenção especial, pois não é todos os dias que alguém nos procura, humildemente, para compartilhar seus sonhos. Pergunta enviada em 03/02/2009.

“Estou com idéia de abrir um negócio, não sei exatamente o que ainda. Você tem alguma sugestão para me dar? Pensei em algum tipo de comércio”.

Olá, Leitor! Parabéns pela iniciativa. Fico feliz em poder contribuir de alguma forma. Vou tentar ser objetiva e colaboradora, OK?
Mesmo sem possuir mais informações a respeito de sua profissão e formação, é importante ressaltar a qualidade do momento.
Todos temos sonhos, alguns em maior intensidade e outros nem tanto.
Mas é por meio de sua vontade e empenho que conseguirá realizá-los. Criei uma frase, brinco e a uso com freqüência: “Sonho acordada, sonho concreto e sonho com creme”. O importante é sonhar e mover o mundo para que tal sonho se concretize. Mas vamos à resposta:
Um comércio, uma empresa de consultoria ou uma fabriqueta de fundo de quintal, não importa. Se quiser mesmo assumir as rédeas de sua vida no sentido de empreender um negócio só seu, deve antes de tudo sonhar e desejar. Precisa levar tudo muito a sério. Portanto se informe (procure o Sebrae), invista tempo, dinheiro e muito amor. Não é nada fácil qualquer começo, porém é preciso determinação.
Se hoje trabalha numa empresa, seja antes um intraempreendedor. Este é um ótimo exercício. Como? Colocando-se no lugar de seus superiores. Assim irá compreender melhor como funciona a dinâmica dos negócios.
Pessoas acostumadas com estabilidade (carteira assinada e benefícios) estranham a idéia de se aventurar. Afinal, terá que gerir muito bem seus recursos financeiros também. Faça o que mais gosta e será feliz. Eu garanto!

Gostou? Indique para um amigo. Clique aqui!
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Débora Martins é jornalista, consultora e palestrante organizacional com ênfase em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Talentos.
Contrate. Acesse o site: http://www.deboramartins.com.br

As Transaçôes pela internet cresce 29%

A internet já representa quase 30% das transações bancárias no Brasil. O canal de atendimento bancário via internet foi o que mais cresceu no ano passado, com uma alta de 13% em relação a 2007. A internet ocupa a segunda posição em termos de utilização, com 29% das transações bancárias.
O total de transações feitas pela rede já se aproxima das realizadas por meio dos terminais de autoatendimento (ATM), que representam 32% do total. Em terceiro lugar estão as operações bancárias realizadas nas próprias agências.
"As redes de ATM continuam sendo o canal de atendimento por meio do qual é iniciada a maior parte das transações bancárias, enquanto a internet é o canal com maior crescimento", diz o BC no relatório Diagnóstico do Sistema de Pagamentos de Varejo do Brasil – Adendo estatístico 2008.
Em 2007, a internet já havia superado as agências como um dos principais canais de transações bancárias. O estudo divulgado nesta segunda revela ainda um aumento de 15,8% no valor movimentado durante as operações via internet. De acordo com o BC, esse aumento foi puxado pelos pagamentos realizados com cartões de crédito.
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O comércio eletrônico movimentou R$ 5,74 bilhões no primeiro trimestre de 2008, o que representa um aumento de 29% em relação ao mesmo período de 2007, que somou R$ 4,41 bilhões.

Os números são resultado do índice de varelo online (VOL), desenvolvido pela consultoria E-Consulting e pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico.

A categoria de automóveis registrou a maior movimentação no primeiro trimestre, totalizando R$ 2,43 bilhões, alta de 31,35% em relação aos R$ 1,85 bilhão do período corresponde em 2007.

O comércio eletrônico de bens de consumo subiu 29,07%, para R$ 2,14 bilhões, no primeiro trimestre de 2008 em comparação ao ano anterior. As compras pela internet relacionadas a turismo cresceram 28,57% no período, gerando receita de R$ 1,17 bilhão.
www.e-consultingcorp.com.br

duvido que a fama não muda alguem

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Susan boyle, virou susseço na net depois que se apresentou em um programa de calouros, quando questionada em um programa da CNN, se mudaria depois do susseço repentino ela repondeu dizendo; "porque deveria mudar?".
É,mas ninguen resiste a fama pelo menos na aprencia depois que se fica famoso não da pra não mudar,isso e quase que automatico afinal "todos" estão te "vendo" pelo menos uma boa parcela das pessoas ainda mais se aprecer na net com os blogueiros mostrando a sua imagen. como não mudar?
A mudança custou a cantora U$50 dollares, ela deve voltar ao programa dia 23 de maio para saber se passa para a proxima fase do concurso, então ainda teremos noticias de Susan, e esperamos que sejão boas noticias.

si você ama a net

SÓ PRA PASSAR O TEMPO
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A pressa é inimiga da conexão.
Amigos, amigos, senhas à parte.
Antes só, do que em chats aborrecidos.
A arquivo dado não se olha o formato.
Diga-me que chat freqüentas e te direi quem és.
Para bom provedor uma senha basta.
Não adianta chorar sobre arquivo deletado.
Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse.
Em terra off-line, quem tem um 486 é rei.
Hacker que ladra, não morde.
Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando.
Mouse sujo se limpa em casa.
Melhor prevenir do que formatar.
O barato sai caro. E lento.
Quando a esmola é demais, o santo desconfia que tem vírus anexado.
Quando um não quer, dois não teclam.
Quem ama um 486, Pentium 5 lhe parece.
Quem clica seus males multiplica.
Quem com vírus infecta, com vírus será infectado.
Quem envia o que quer, recebe o que não quer.
Quem não tem banda larga, caça com modem.
Quem nunca errou, que aperte a primeira tecla.
Quem semeia e-mails, colhe spams.
Quem tem dedo vai a Roma.com
Um é pouco, dois é bom, três é chat ou lista virtual.
Vão-se os arquivos, ficam os backups.
Diga-me que computador tens e direi quem tu és.
Há dois tipos de pessoas na informática. Os que perderam o HD e os que ainda vão perder...
Uma impressora disse para outra: Essa folha é sua ou é impressão minha?
Aluno de informática não cola, faz backup.
O problema do computador é o USB (Usuário Super Burro).
Na informática nada se perde, nada se cria. Tudo se copia... e depois se cola.
O Natal das pessoas viciadas em computador é diferente: No dia 25 de Dezembro, o Papai Noel desce pelo cabo de rede, entra pela porta USB e diz: Feliz Natal, ROM, ROM, ROM!